Os Custos Reais dos Motorizados

Dirigir um automóvel é dividir com a sociedade os custos da mobilidade individual. O restaurante que tem “manobrista gratuito”, ou simplesmente vaga na porta obriga todos os clientes a arcarem com o custo desse serviço extra ou do espaço adicional dedicado exclusivamente aos clientes motorizados. Não existe mistério, cada metro quadrado tem seu preço e quem paga por ele são os consumidores.

Um texto dos economistas Stephen J. Dubner e Steven D. Levitt exemplifica claramente os benefícios concedidos por todos à população motorizada.

Os americanos dirigem demais. Este não é um argumento político ou moral; é econômico. Como?

Por haver todo tipo de custo associado ao dirigir que o motorista de fato não paga. Essa condição é conhecida pelos economistas como externalidade negativa: O comportamento da Pessoa A (vamos chamá-la de Arthur) prejudica o bem-estar da Pessoa Z (Zelda), mas Zelda não tem controle sobre as ações de Arthur.

(…)

Quais são as externalidades negativas de dirigir? Para citar apenas três: congestionamento, emissões de carbono e acidentes de trânsito.

  • Freakonomics: viagem não tão gratuita
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    – Mais fotos em: “Estacione Dentro“.

    – Confira no site da Transporte Ativo o texto em inglês:
    O Valor Econômico de Andar a Pé

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