{"id":10585,"date":"2017-09-13T07:40:26","date_gmt":"2017-09-13T10:40:26","guid":{"rendered":"http:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/?p=10585"},"modified":"2017-09-13T07:40:26","modified_gmt":"2017-09-13T10:40:26","slug":"aromeiazero-velo-city-2017-e-bike-arte-lisboa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/?p=10585","title":{"rendered":"Aromeiazero &#8211; Velo City 2017 e Bike Arte Lisboa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-10594 size-full\" src=\"http:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-cafe-no-bike-arte-lisboa.jpg\" alt=\"bike-cafe-no-bike-arte-lisboa\" width=\"860\" height=\"578\" srcset=\"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-cafe-no-bike-arte-lisboa.jpg 860w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-cafe-no-bike-arte-lisboa-300x202.jpg 300w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-cafe-no-bike-arte-lisboa-768x516.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 860px) 100vw, 860px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Murilo Casagrande.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 se passaram mais de dois meses desde o Velo City, que aconteceu na Holanda, na regi\u00e3o metropolitana de Nijmegem e Arhem. Apesar do apelido dado pelo autor desse texto, a dupla de cidades conta h\u00e1 alguns anos com tratados de coopera\u00e7\u00e3o, principalmente para fomento da rede de ciclovias &#8211; e super ciclovias &#8211; que unes as duas cidades. Foi nossa primeira vez no evento e pode parecer meio \u00f3bvio dizer, mas a participar do evento foi MUITO importante para o Aromeiazero e ainda d\u00e1 frutos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ali\u00e1s, para pensar no que representou a nossa participa\u00e7\u00e3o, podemos fazer uma divis\u00e3o entre antes, durante e depois do VC17. Desde janeiro est\u00e1vamos nos preparando para o evento. Conseguimos fazer contatos e estabelecer importantes rela\u00e7\u00f5es com a ECF e o Consulado da Holanda em S\u00e3o Paulo, algo que foi fundamental para melhor participa\u00e7\u00e3o e aproveitamento do evento como um todo. Realizamos um evento com o Bike Caf\u00e9 e o Bike Arte em abril para o Dia do Rei em S\u00e3o Paulo e gravamos um v\u00eddeo em junho para o Consulado de S\u00e3o Paulo. Esse tempo (quase um semestre de anteced\u00eancia) tamb\u00e9m foi \u00f3timo para prepara\u00e7\u00e3o de apresenta\u00e7\u00e3o, discurso apropriado (ambos em ingl\u00eas), material impresso (que foi bastante elogiado pelo visual e conte\u00fado) e agendar outras reuni\u00f5es que pudessem rolar por l\u00e1. Com esses contatos, ap\u00f3s o VC17 conseguimos realizar um Bike Arte em Lisboa, que possibilitou conhecer ainda mais organiza\u00e7\u00f5es e a realidade de Portugal.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-10587 size-full\" src=\"http:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-cafe-niver-do-rei.jpg\" alt=\"bike-cafe-niver-do-rei\" width=\"860\" height=\"573\" srcset=\"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-cafe-niver-do-rei.jpg 860w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-cafe-niver-do-rei-300x200.jpg 300w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-cafe-niver-do-rei-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 860px) 100vw, 860px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante o VC17 houve tr\u00eas grandes \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o do Aromeiazero: as in\u00fameras palestras para assistir, que nos jogam em grandes impasses para escolher em qual ir; a nossa participa\u00e7\u00e3o na round table \u201cSocial inclusion\u201d, que aconteceu na manh\u00e3 do dia 13 e por fim, a \u201cFeira\u201d onde ficam os estandes dos patrocinadores, expositores e o Bike Caf\u00e9, que com o apoio do Ita\u00fa foi servido todos os dias no espa\u00e7o do Velo City do ano que vem, que acontece no Rio de Janeiro. Sobre as palestras e atividades externas, vale ressaltar a \u00f3tima palestra \u201cTraffic Engineering with a Human Touch\u201d que contrap\u00f4s um ingl\u00eas (Brian Deegan) e um holand\u00eas (Marco te Br\u00f6mmelstroet) sobre as perspectivas sobre o futuro do desenho das ciclovias. O ingl\u00eas trouxe a vis\u00e3o de ciclovias com cada vez mais ciclistas e ciclistas que querem ir cada vez mais r\u00e1pido. Tamb\u00e9m analisou como o holandeses tornaram o seu modo de pedalar algo t\u00e3o bonito que hoje eles \u201cvendem\u201d essa ideia para o mundo todo. J\u00e1 Marco trouxe uma bela apresenta\u00e7\u00e3o comparando p\u00e1ssaros e pessoas e seus comportamentos quando est\u00e3o em movimento e mostrou formas mais org\u00e2nicas de organizar as cidades, inclusive experi\u00eancias sobre abolir a sinaliza\u00e7\u00e3o de certos pontos de Amsterdam e os bons resultados que isso gerou. Enquanto discutimos e lutamos por sinaliza\u00e7\u00e3o e medidas que salvem vidas, do outro lado do Atl\u00e2ntico esse debate como a ser superado: as ruas s\u00e3o das pessoas e quanto mais pessoas nelas, mais seguras elas ficam. Como diria a Renata Falzoni: algo que os chineses e indianos j\u00e1 fazem muito bem nas ca\u00f3ticas ruas em que carros ficam parados para pessoas e bicicletas circularem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-10590 size-full\" src=\"http:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/murilo-velo-city-2.jpg\" alt=\"murilo-velo-city-2\" width=\"860\" height=\"526\" srcset=\"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/murilo-velo-city-2.jpg 860w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/murilo-velo-city-2-300x183.jpg 300w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/murilo-velo-city-2-768x470.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 860px) 100vw, 860px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E Nossa participa\u00e7\u00e3o no painel \u201cSocial inclusion\u201d tamb\u00e9m foi muito boa. Ao lado de outro projeto brasileiro (Pedala Maninho, do Pedala Manaus) e de projetos da Inglaterra, \u00c1frica do Sul, Holanda e Austr\u00e1lia. O fato das pessoas aprenderem mec\u00e2nica, como pedalar com seguran\u00e7a,\u00a0 da autonomia e outras muitas outras coisas, que recebem as bikes terem a chance de aprenderem algo nesse\u00a0 do se diferenciou por o \u00fanico que busca a auto sustentabilidade financeira do projeto;\u00a0 foi muito bom ver o grande n\u00famero de projetos que tamb\u00e9m recolhem bicicletas e doam para pessoas pobres \u2013 mas poucos se preocupam em usar esse momento para treinamento em mec\u00e2nica, por exemplo; al\u00e9m de perceber o quanto nossa realidade e problemas que enfrentamos s\u00e3o diferentes da que existem em outros pa\u00edses: enquanto eles relatavam a dificuldade em atrais pais e m\u00e3es para as atividades, relatamos que, al\u00e9m disso, tamb\u00e9m precisamos lidar com pais e familiares que vendem a bicicleta doada para comprar comida. Ou seja: al\u00e9m do problema de mobilidade dessas pessoas, atuamos em uma s\u00e9rie de outros \u201cproblemas\u201d e por isso precisamos de tantos recursos, j\u00e1 que no Brasil n\u00e3o h\u00e1 investimento p\u00fablico na \u00e1rea \u2013 diferente dos outros projetos que contavam com suporte das c\u00e2maras municipais ou outras organiza\u00e7\u00f5es maiores. Um dos participantes era\u00a0 Hugo van der Steenhoven, consultor de Utrecht para mobilidade e que alertou que os \u00f3timos n\u00fameros de utiliza\u00e7\u00e3o das bicicletas na Holanda ainda remetem a uma parte espec\u00edfica da popula\u00e7\u00e3o: classe m\u00e9dia ou superior e que imigrantes e muitos jovens n\u00e3o pedalam por preferirem scooters, por n\u00e3o conseguirem se deslocar por longas dist\u00e2ncias ou manterem a pr\u00f3pria bicicleta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m foi \u00f3timo participar do passeio \u201cThe Good the bad and the Ugly\u201d que nos levou para conhecer o que essa dando certo e o que ainda precisa ser melhorado em Amsterdan. Os principais desafios s\u00e3o: alto n\u00famero de scooters que dividem as ciclovias e o espa\u00e7o p\u00fablico; a (re)organiza\u00e7\u00e3o da malha ciclovi\u00e1ria que est\u00e1 com excesso de ciclistas (\u00f3timo problema para resolver, convenhamos) e por fim, visitamos a sede da Fietsersbond, uma das pioneiras que desde 75 luta para melhorar as pol\u00edticas de mobilidade na Holanda. No mesmo dia tivemos uma festa em um grande galp\u00e3o com a participa\u00e7\u00e3o de Luud Schimmelpennink, criador das Bicicletas Brancas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a feira e o stand do Rio, foi importante \u201cinvestir\u201d tempo para poder rodar pelos estandes e receber pessoas para servir o Bike Caf\u00e9 \u2013 a\u00e7\u00e3o combinada com o Ita\u00fa e que fez muito sucesso para quem vinha saber mais sobre o Velo City do ano que vem. Circulando pela feira no estandes para conhecer o maior n\u00famero poss\u00edvel de estandes e propostas. Interessante ver como a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o do cicloturismo e o bike sharing ocupam espa\u00e7o, operando com simplicidade e equipe reduzida e o investimento em tempo dos pr\u00f3prios propriet\u00e1rios. Por conta desse tempo conhecemos dezenas de organiza\u00e7\u00f5es de diferentes segmentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-10591 size-full\" src=\"http:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-arte-lisboa.jpg\" alt=\"bike-arte-lisboa\" width=\"860\" height=\"573\" srcset=\"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-arte-lisboa.jpg 860w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-arte-lisboa-300x200.jpg 300w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/bike-arte-lisboa-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 860px) 100vw, 860px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m do Velo City tamb\u00e9m organizamos uma edi\u00e7\u00e3o do Bike Arte, em parceria com o Gerador e com apoio da Junta de Freguesia do Campolide, em julho. Fizemos parte da programa\u00e7\u00e3o do festival Trampolim, \u201cum conjunto de mais de 50 iniciativas culturais concentradas num espa\u00e7o p\u00fablico, durante 1 dia e com acesso gratuito.\u201c Por tudo isso, a sinergia com o Bike Arte \u00e9 grande, j\u00e1 que usamos a bicicleta como meio para abrir as ruas das cidades para as pessoas e ocup\u00e1-las com diversas formas de manifesta\u00e7\u00f5es culturais e teve p\u00fablico de 3000 pessoas, mesmo em dia perfeito para praia. Entre as atividades, houve exposi\u00e7\u00e3o com 20 obras de artistas portugueses e brasileiros selecionados pelo coletivo Bicicleta Voadora de Lisboa e pelo Estudio Rebimboca, de S\u00e3o Paulo; a tradicional mec\u00e2nica comunit\u00e1ria gratuita ajudou 5 pessoas no conserto de bicicletas em parceria com a Cicloficina dos Anjos; proje\u00e7\u00e3o do filme Ciclos para plateia de 30 pessoas, uma bicifeira com venda de produtos em bicicletas de quatro inciativas que vendiam flores, serigrafia e o Bike Caf\u00e9, o ateli\u00ea Eu, Passarinho, que juntou 40 pessoas de todas as idades; uma alley cat com 12 participantes entre as ruas de Lisboa e do bairro do Campolide e mat\u00e9ria em sites, jornais e revistas culturais. A experi\u00eancia de produzir o festival em Portugal foi importante para refor\u00e7ar os contatos e rela\u00e7\u00f5es que foram iniciadas no Velo City, no sentido de parcerias e acesso para investimentos internacionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-10592 size-full\" src=\"http:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/murilo-organizando-a-fila-no-grajau.jpg\" alt=\"murilo-organizando-a-fila-no-grajau\" width=\"860\" height=\"540\" srcset=\"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/murilo-organizando-a-fila-no-grajau.jpg 860w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/murilo-organizando-a-fila-no-grajau-300x188.jpg 300w, https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/murilo-organizando-a-fila-no-grajau-768x482.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 860px) 100vw, 860px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 se passaram quase tr\u00eas meses do Velo City, e a seguiu seu curso. Recebemos um convite da Finl\u00e2ndia para exibir um dos nossos filmes durante o Velo Finland, festival que acontece em outubro; realizamos outro Bike Arte, dessa vez no Graja\u00fa, extremo sul de S\u00e3o Paulo; estamos em contato com algumas pessoas interessadas em nossos projetos e \u00e0s v\u00e9speras do m\u00eas da mobilidade, sempre o mais intenso do ano. Mas j\u00e1 come\u00e7amos a fazer a li\u00e7\u00e3o de casa para estarmos ano que vem no Rio de Janeiro, a chamada para trabalhos est\u00e1 aberta, o tema \u00e9 \u201cAcesso \u00e0 vida\u201d e j\u00e1 convidei gente do mundo inteiro para vir ver de perto o que a mudan\u00e7a que bicicleta promove por aqui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/?p=10585\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-10585","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10585","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=10585"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10585\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10595,"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10585\/revisions\/10595"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=10585"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=10585"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/transporteativo.org.br\/ta\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=10585"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}