Sacode Ossos

Um Pouco de história segundo a Escola de Bicicleta:

James Starley, um apaixonado por máquinas, decidiu repensar o biciclo e criou um modelo completamente diferente.

Tinha construção em aço, com roda raiada, pneus em borracha maciça e um sistema de freios inovador. Sua grande roda dianteira, de 50 polegadas ou aproximadamente 125 cm, fazia dela a máquina de propulsão humana mais rápida até então fabricada.

Isso foi nos idos de 1868 e essas velozes máquinas fizeram sucesso sacudindo os ossos dos homens ricos que podiam pagar oito libras pelas excêntricas “Big Wheels”. O preço era equivalente a mais ou menos 6 meses de salário de um operário inglês da época.

Na Austrália intépridos ciclistas ainda competem nesses inseguros veículos de duas rodas.

Via: Ecovelo

Quem é o Pedivela?

Triciclo TA em Ação

A língua falada muitas vezes corrompe a língua escrita. Quando se fala de bicicletas, um termo logo vem a mente. O pedivela. Na língua inglesa não importa se com as mãos ou com os pés, o nome é crank. Já em português à peça que se aciona com os pés deu-se o nome de pedivela, fundamental para impulsionar a bicicleta. Afinal uma manivela com pedais merecia um nome melhor.

Por conta da sonoridade da palavra, muitas vezes o pedivela acaba se tornando um pé de vela. Palavra que se prestarmos atenção não faz o menor sentido. Poderia no máximo se tratar da base de uma vela, mas nunca de um dispositivo de tração.

Para sanar qualquer dúvida, podemos usar o termo de Portugal: pedaleira.

Mais:
Glossário de peças de bicicleta.

– A discussão segue nos comentários abaixo.

Apaixone-se pela Cidade

Montreal no Canadá. Por lá se fala o inglês e o francês. Bicicletas dos anos 80 ainda podem ser pedalas e em movimento traduzem um amor que cresce dela por ele e não sabe muito bem aonde tudo vai parar.

O importante é seguir pedalando humanizando a cidade e principalmente buscando sempre ser um pouco mais feliz.


Coeur de Pirate || Comme des enfants from Dare To Care Records on Vimeo.

Via:
Copenhagen Cycle Chic.

Provocações Brancas

As Bicicletas Brancas nasceram com os artistas e contestadores do Provos na Holanda. Ficavam espalhadas pelas ruas para quem quisesse usar. A polícia não gostou e confiscou as bicicletas sem dono. Elas passaram a ter cadeados com um código numérico reproduzido no quadro da respectiva bici.

A idéia foi longe. Hoje em Amsterdã não existem bicicletas brancas, mas pelo mundo afora se popularizam as tecnológicas bicicletas públicas e a infra-estrutura computadorizada responsável por gerir os sistemas. Os Provos seguiram seus caminhos mas uma boa idéia nunca morre.

Longe da tecnologia um grupo de artistas irá distribuir as Bicicletas Brancas por Curitiba. A idéia é colocar em circulação as magrelas que estão sendo sucateadas nas garagens pela cidade afora. No lugar da ferrugem, a tinta branca, ao invés de ficar parada sendo coberta por poeira, o vento e a liberdade de circular pelas ruas.

Para cada bicicleta doada, uma muda arbórea de presente ao doador. E todas as bicis juntas ficarão expostas durante o bazar organizado pela galeria de arte. Formarão uma enorme árvore de bambu e bicicletas.

Para doar bicicletas para o plano das bikes brancas
ligue ->(41) 3082-7091<-
ou envie um email para: contato@galerialudica.com.br

Saiba Mais:
Galeria Lúdica.
– Blog Arte Bicicleta Mobilidade

Bicicleta com Pipoca

Capaz de gerar emoções de todos os tipos, o cinema não poderia deixar de contar com a presença da bicicleta em cenas memoráveis.


E.T. O Extra-terreste (1982): umas das cenas mais conhecidas. Inclusive já foi escolhida entre as cenas mais marcantes de toda a história do cinema.


Shaw Brothers: da safra de filmes de kung-fu, esta cena mistura o hilário com o inusitado.


Patrulha Pirata (1983): ainda na linha do “kung fu bicycle”, este filme dirigido e estrelado por Jackie Chan traz uma seqüência imperdível de luta do herói meio bobo contra inimigos. Detalhe curioso é o uso da bicicleta ao mesmo tempo como meio de fuga e arma letal.


Butch Cassidy and Sundance Kid (1969): a cena preferida de 10 entre 10 ciclistas apaixonada(o)s! Ao som de B.J. Thomas cantando sucesso de Burt Bacharah


Dançando no escuro (2000): um dos filmes mais depressivos já feitos, com a cantora Björk no papel principal. A cena, que pode ser vista na altura do minuto 7 neste trecho do filme acima, foi citada como a “melhor cena com bicicletas” pelo jornal inglês The Guardian.


A vida é bela (1997): são raros os filmes que conseguem transmitir sensibilidade e pureza, mesmo tendo por fundo os horrores do holocausto. O trailer oficial do filme traz a cena memorável, quando Guido (Roberto Benigni) encontra o amor de sua vida, Dora, da pior maneira possível: atropelando-a de bicicleta. O cartaz do filme também mostra a bicicleta.

Mas a lista é interminável: Cidade dos Anjos (1998), O prazer de ganhar (1986). Você citaria alguma cena em especial?


Vale conferir uma lista de filmes com bicicleta (em inglês).