Não faça isto em casa!

Natal, época de ganhar bicicleta de presente e brincar como criança 🙂

A bicicleta além de excelente meio de transporte é também um instrumento de lazer, terapia e brincadeiras. Mas não é preciso exagerar como estes loucos ciclistas que dasafiam as leis da gravidade, da física e da normalidade barbarizando com suas bikes aro 20 pela cidade.

Mobiliario urbano, muros, paredes, marquises, aquedutos e até laterais de viadutos são usadas por eles como um verdadeiro parque de diversões.


Link original para o vídeo.

Mais malabarismos ciclisticos no blog em:
Complexidade Minimalista

Querido Papai Noel

Kamyla tem 6 anos e mora numa região carente do DF. A cartinha que ela escreveu para o Papai Noel é uma entre outras centenas recebidas pelo projeto “Papai Noel dos Correios”. Começa assim:

Querido Papai Noel
Eu gostaria de ti conhecer
meu sonho é ter uma bicicleta mas a mamae nao tem condição de mim dar uma.
Eu já vi falar no Papai Noel mas nunca conheci um Papai Noel.
Se você mim dá esse presente
Eu vou te agradecer muito e Papai do Céu também.
eu sonho com esse presente todos os dias

Kamyla quer uma bicicleta.
Liberdade, alegria, saúde, diversão, natureza. Pedalando, a cidade é um quintal e um jardim.
Querida Kamyla: o sonho que você sonha é nosso também.

  • Mais:

Papai Noel dos Correios

Canção de um novo mundo

8 de dezembro, Dia Internacional do Ciclista. Vamos comemorar! Qualquer mudança é difícil, mas possível. E mudanças culturais, que abalam hábitos, vícios e estilos de vida são bem mais difíceis.
Aos que desejam um mundo novo, diferente do que está aí, é preciso compromisso, dedicação, força de vontade. E sonhar! Tirar os pés do chão para ver o horizonte ao longe. Depois retornar ao chão, com a certeza de seguir e para onde ir adiante.

O poeta britânico Arthur O’Shaugnessy soube expressar isto bem no poema Ode. São famosos os primeiros versos “We are the music makers/ And we are the dreamer of dreams”, e a Ode destina-se a todos os poetas, profetas e artífices, que vislumbram e fazem um mundo melhor, “a sonhar e a cantar, Incansáveis e indomáveis”!

Ode
Arthur O’Shaugnessy

Nós somos os fazedores da música,
Somos o sonhador de sonhos
que vaga por rochedos solitários beira mar,
E senta-se aos pés de riachos desolados;
Perdedores de tudo e esquecidos pelo mundo,
a lua pálida brilha em nossa pele:
E assim somos os que agitam e movem
o mundo para sempre, parece.

Com maravilhosas cantigas imortais,
Construímos grandes cidades mundiais,
E contando uma fabulosa história
Dos reinos nós modelamos a glória:
Um homem com um sonho, quando sonha,
Seguirá adiante e conquistará uma coroa;
E três, com os versos de uma nova canção,
Podem pisotear um império ao chão.

(…)
Mas nós, a sonhar e a cantar,
Incansáveis e indomáveis nós somos!
Agarrando a glória que está perto
Do glorioso futuro que avistamos,
Nossas almas tocam divinos sons;
Ó homens! É mesmo preciso que nós,
Em nossas canções e quimeras, vivamos
Um pouco distante de vós.

Porque estamos ao longe com o alvorecer
E com os sóis ainda não surgidos
E de dentro da manhã infinita
Vocês nos ouvem gritar intrépidos –
Pois, apesar do desprezo dos homens,
O futuro que Deus traz está próximo
Outra vez, e diante de nós já está o aviso
que vosso passado deve morrer.

Tempestade! nós gritamos pelos cais
Da praia deslumbrante e desconhecida;
Traga mais perto de nós seu sol e seus verões,
E renove nosso mundo como em outras eras;
Ensina-nos as novas notas da sua canção,
E tudo o que não sonhamos antes;
Vem! apesar de um sonhador que dorme apenas,
E um cantor que não canta mais.

Mais:

Confira o poema na íntegra

Arthur O’Shaughnessy (wikipedia)

União de Amigos Ciclistas do Brasil

Foto Zé Alvaro

Os encontros que culminaram com a criação da União de Ciclistas do Brasil foram sempre um importante espaço para a interação presencial de pessoas que se conheciam virtualmente. O terceiro encontro no Rio de Janeiro não foi diferente.

Um grupo de diversas origens geográficas e uma mesma paixão por pedalar subiu o Sumaré. Um trecho puxado e inesquecível. Cariocas de nascimento e adoção, holandeses, catarinenses e principalmente os mineiros. Havia também o guia francês, um apaixonado por escalar as montanhas cariocas.

Foto Zé Alvaro

Ano que vem estaremos em Brasília novamente “desvirtualizando” amigos e firmes nos pedais.

  • Mais:
  • O relato comentado dos ciclistas mineiros.
    Fotos do Vinícius e do Zé Alvaro.

    Jovens Cuidado

    Não é novidade para ninguém que andar de bicicleta vicia. As endorfinas que o corpo produz, o chamado “hormônio da felicidade”, acabam por virar uma necessidade daqueles dos praticantes de atividades físicas freqüentemente.

    Um vídeo humorístico aponta outros graves problemas e argumenta que a bicicleta pode levar a outras drogas. Afinal, não é normal pedalar 150 quilômetros e ainda querer mais!

    > Vindo de Portugal via Uma bike pela cidade