Diversidade nas Ruas

As mesmas 8 pistas, o mesmo asfalto, o mesmo canteiro central. Um outro objetivo, comemorar a diversidade sexual.

O resultado de um trânsito intenso de milhões de pessoas a pé certamente foi responsável por alegrar a avenida Paulista no domingo de desfile da Parada GLBT. Foram apenas algumas horas, de uma outra Avenida Paulista. Impossível não imaginar uma outra mobilidade possível.

Personagens:

Espectadores:

Mar de Gente:

Mar de Gente 2:

Alegria no Asfalto:

Multirão de Limpeza ao cair da noite:

Mais:
Fotos do Domingo da XII Parada do Orgulho GLBT de São Paulo.
Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo.

Livro, Filme e Blog

Apocalipse Motorizado é o título de um livro escrito por Ned Ludd e que está disponível gratuitamente para download até dia 30 de abril no site da Conrad Editora.

Há também o vídeo “Sociedade do Automóvel”, que recentemente mudou-se para uma página exclusiva no site da Transporte Ativo. Por fim, um outro Luddista é o dedo por trás do teclado no blog ApocalipseMotorizado.net

Portanto para quem quer pensar sobre como o automóvel nos trouxe até aqui, vale ler o livro, assistir ao filme e atualizar-se sempre no blog.

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Apocalipse Motorizado – O livro

Sociedade do Automóvel – O Filme


Apocalipse Motorizado – O Blog

São Paulo, pelas bordas

Fim de Tarde na Paulista

São Paulo, maior pólo econômico da América do Sul. Com uma frota de 6 milhões de veículos automotores a cidade está parando. A pujança econômica, as facilidades de crédito e inúmeros incentivos fazem com que a cada dia quase 1.000 novos motores a combustão passem a girar na cidade. Com 17 mil quilômetros de vias, espaço é o maior problema nas ruas e avenidas.

A cidade foi pensada e modificada para o uso intensivo de veículos particulares. Facilidades de estacionamento, distâncias não ideais para se percorrer a pé. Nesse contexto um movimento lento se consolida e certamente tende a crescer. O uso do mais eficiente veículo particular já inventado, a famosa bicicleta.

Mesmo sem ainda receber a importância devida das autoridades, é possível ser ciclista em São Paulo.

O ano de 2008 já está na sua décima primeira semana e com uma pedalada de cada vez, é possível achar espaço nas bordas. Hospedar-se em um hotel e levar a “companheira” para o quarto:
No Hotel

aproveitar a baia de estacionamento nos shoppings e estacionar a bici:
No Shopping

nas lojas de rua entrar com a magrela para fazer compras.
Travesseiros Novos

São Paulo é grande demais, deve ser desfrutada aos poucos, uma pedalada de cada vez e lembrando de nunca buscar ter consigo mais do que se pode carregar.

Somente sendo livre é possível ser feliz na selva de pedra.

Na rua com Maiakóvski


Na primeira noite nós nos aproximamos
com nossa bicicleta e
plantamos um jardim.
E não dizem nada.
Na segunda noite, já não nos escondemos;
andamos por pontes
e bicicletários
e não dizem nada.
Até que um dia,
o mais frágil de nós
pedala sozinho na rua,
toma de volta a luz da cidade, e,
conhecendo a liberdade,
arranca-lhes a voz da garganta.
E já não podem dizer nada.

Alusão e reconstrução do famoso trecho do poema “No caminho com Maiakóvski”, de Eduardo Alves da Costa.

Massa Crítica Cinéfila

A Transporte Ativo convida você para a exibição do documentário Still We Ride nesta quarta 26 de março às 19 horas na Recicloteca, à Rua Paissandu, 362, Laranjeiras no Rio de Janeiro. A entrada é gratuita.

A parceria entre a Recicloteca, um Centro de Informações Ambientais sobre Lixo, Reciclagem e Coleta Seletiva, e a OSC Transporte Ativo não é nova.

Confira as atividades conjuntas TA-Recicloteca.

Desta primeira experiência cinéfila esperamos continuar a exibir filmes e documentários sobre o bicicletas e cicloativismo.
Nesta quarta exibiremos o documentário Still We Ride. Esta cópia é em inglês e sem legendas em português.

Sinopse de “Still We Ride”:

No dia 27 de agosto de 2004, uma Sexta-feira, apenas alguns dias antes do começo da Convenção Nacional do Partido Republicano, uma grande operação policial foi montada. No fim daquela noite 264 pessoas foram presas. Essa foi uma das maiores prisões em massa da história de Nova Iorque – e os presos não tinham feito nada de ilegal.

Para muitos nova-iorquinos, aquele agosto foi a primeira vez que eles ouviram falar do que havia se tornado um ritual mensal para a comunidade ciclística de Nova Iorque, uma pedalada livre de formatos chamada Massa Crítica.

Still We Ride é um documentário que captura a atmosfera alegre da pedalada de Agosto antes das prisões e o caos que se seguiu. Ele reconta como este evento começou em São Francisco há mais de 10 anos, narra a truculenta repressão policial ocorrida em NY e as batalhas judiciais subseqüentes que duraram os 12 meses seguintes. O filme aborda questões de liberdade civil, vigilância, o poder da mídia dominante e os benefícios dos meios de transporte alternativos.

Veja o trailer em: stillweridethemovie.com