Destaques
Green Drinks a Pedal
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Nessa quinta feira 03 de dezembro a Transporte Ativo estará no Ekoa Café na Vila Madalena em São Paulo. Será mais uma edição do Green Drinks, um bate papo sobre temas relevantes para o mundo. O assunto não poderia ser outro: bicicleta e mobilidade urbana.
São Paulo Green Drinks
Porque: Criar um espaço informal de troca, envolvimento, geração de iniciativas e diálogo para juntar, mobilizar e conectar as pessoas pela construção de uma sociedade sustentável e justa.
Quando: Primeira quinta-feira de cada mês
Horário: A partir das 20h (mas pode chegar quando você quiser)
Onde:
Rua Fradique Coutinho, 914, Vila Madalena
Quem: Todos aqueles interessados em questões relacionadas à sustentabilidade (ONG, consultorias, associações, empreendedores sociais, estudantes, empresas…)
Regras do jogo: Convidar pelo menos 3 pessoas que você conhece
Como? Quem quiser receber um email de convite para cada encontro, envie um email a greendrinksaopaulo@gmail.com
Manual do Ciclista Urbano
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Para ajudar mais pessoas a sairem as ruas em bicicleta sem perder a compostura, a Transporte Ativo apoiou a edição do “Manual de Sobrevivência do Ciclista Urbano”. Um livro para quem quer pedalar mas ainda não sabe bem como. As idéias são para facilitar a vida de todos, ciclistas e não-ciclistas. Os textos e ilustrações são de Sérgio Magalhães.
Lançamento do Manual de Sobrevivência do Ciclista Urbano
Dia: 3 de dezembro de 2009, quinta-feira
Horário: 19 hs
Local:
Recicloteca
Rua Paissandu 362 – Laranjeiras – Rio de Janeiro, RJ
Para maiores informações, envie uma mensagem.
Nichos e Marketing de Massa
Posted onAuthorJoão Lacerda2 Comments
O termo em inglês “bike-hype” já circula livremente pelas bocas dos ciclistas. A bicicleta começa a aparecer cada dia mais na mídia, e além dela. A quantidade de aparições da bicicleta é notável, mas a qualidade pode sempre melhorar. Muitos erros no discurso ainda são cometidos, mas a forte presença em diversos círculos ajuda a fortalecer a visibilidade.
Qualificar a visibilidade é o desafio em curso e que vai além do hype, ou da “moda”. O ciclista urbano brasileiro ainda pode ser visto como parte de uma tribo, ou simplesmente pobre demais para utilizar o transporte público. E essa dicotomia entre pobreza urbana e conduta tribal são maléficas para alastrar o uso da bicicleta.
A bicicleta está na moda e seus benefícios já se alastraram para o discurso de todos. É impossível falar em sustentabilidade urbana ou mobilidade e não mencionar bicicleta. Todos falam de como pedalar faz bem para a saúde e o trânsito das cidades. O ciclista ganhou aura de herói e defensor do ar que respiramos. Mas isso é pouco.
Os administradores e cidadãos de nossas cidades precisam encarar a bicicleta não como um futuro utópico ou atividade para poucos. Pedalar tem que ser para todos e ser incentivado de tal forma que mães possam levar filhos aos colégios e crianças maiores possam ir sozinhas pedalando a escola. A bicicleta pode revolucionar as cidades, mas para isso tem de ser encarada com a devida seriedade.
Abaixo um video clipe que inspirou essa reflexão. Visto primeiro no Copenhagenize.com
A beleza das imagens impressiona e emociona, um tratamento digno de grandes campanhas publicitárias que vendem sonhos. A banda é 30 Seconds to Mars e a música “Kings and Queens” fala sobre os que eram reis e rainhas da esperança. Fica clara a intenção de associar os ciclistas ao futuro, como uma promessa. Mas a bicicleta já é para hoje, para o século XXI que está em curso.
Pedalada Histórica
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Foram mais de 90 pessoas presentes, ciclistas todos e o motivo, único. Fundar a Ciclocidade – Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo. A burocracia é grande, mas já era passada a hora de os engajados ciclistas paulistanos unirem-se institucionalmente. A maior bicicletada do país não poderia seguir sendo apenas mais um movimento de ciclistas sem líderes e rizomático.
Representatividade é certamente algo que os paulistanos souberam construir para a bicicleta. O trabalho pioneiro do pessoal das antigas, Renata Falzoni, Arturo Alcorta, Teresa D’Aprile, ou saudoso Sérgio Bianco, e etc… encontrou eco junto a muitos ciclistas que se conheceram ou simplesmente se fortaleceram através da bicicletada.
As mudanças sempre foram feitas por pequenos grupos que viram um pouco a frente um bom e novo caminho a ser trilhado. Assim tem sido muitos ciclistas em São Paulo. Face as dificuldades de se viver e de se transitar na metrópole se unem, seja em passeios de ativistas e de não-ativistas e agora numa Associação, oficialmente fundada.
Boa sorte a primeira diretoria e força nos pedais a todos os ciclsitas que se unem para ganhar força pelo Brasil afora.

A diretoria. Foto: Wadilson
Visite Ciclocidade.org, informe-se, participe.
Breve Fábula sobre Caminhos
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Era uma vez uma universidade com um gramado novinho. A grama verde e frondosa cresceu durante as férias e travou-se um importante debate: onde construir os caminhos para os estudantes? Alguns argumentaram que o melhor era ter somente calçadas ao redor dos prédios, para deixar a grama frondosa e verde intocada. Outros sugeriram que o calçamento fosse feito em diagonal, ligando todos os prédios. Mas então surgiu um sábio professor e sugeriu que a grama permanecesse intocada.
– Não façamos nenhum calçamento este ano. Ao final do semestre basta olhar onde a grama está mais desgastada e fazer as calçadas nesses trechos.
Todos louvaram a idéia do sábio professor e assim foi feito.
Moral de História:
Conhecimento é algo que se constrói com o tempo e nem sempre devemos nos apressar em construir soluções de acordo com nossas idéias. Seres humanos são um pouco como a água, fazem sempre o caminho mais fácil e direto para onde querem ir. A diferença é que a água segue sempre o rumo da gravidade enquanto as pessoas tem diversos interesses dentro e fora do tecido urbano. Olhar para o que já fazem pedestres e ciclistas em nossas cidades é portanto o caminho mais curto para o bom planejamento de uma mobilidade humana.
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Livremente inspirado nesse texto:
– Let pedestrians define the walkways

