Palestra para ir Pedalando

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Ir ao trabalho, visitar a família, passear e até mesmo se alimentar são apenas algumas das atividades da sociedade contemporânea que demandam meios de transporte.

Direta ou indiretamente, precisamos da mobilidade urbana e dependemos do seu bom funcionamento para a melhoria da qualidade de vida nas cidades.

Ciente disso o Ciclo de Palestras Ambientais da Recicloteca convidou a Transporte Ativo para proferir uma palestra que abordará o tema e apresentará as ações desenvolvidas pela ONG, em especial pela promoção do uso da bicicleta como meio de transporte ecologicamente correto.

Palestrante: José Lobo

Data: 13 de agosto de 2009 (quinta-feira).

Horário: 19:00 hs.

Entrada: Franca

Obs: Durante esta palestra a Recicloteca estará arrecadando caixas de CDs usadas para doar ao artesão Wilson Martins.

Vagas Limitadas (30 participantes) – Inscrições Abertas!

Local / Informações / Inscrições:
Rua Paissandu, 362 – Laranjeiras – Rio de Janeiro
Tel: 2551-6215 / 2552-6393
E-mail

Veja AQUI como chegar na Recicloteca.

A Recicloteca oferece bicicletário gratuito, coberto e seguro!
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Palestra boa, bicicletário gratuito quinta no Rio de Janeiro

Mudança Volumosa

Ônibus e bicicletas rotineiramente compartilham espaço pelas ruas de qualquer cidade. O código de trânsito brasileiro estabelece que o ciclista deve seguir pelos bordos da pista, exatamente por onde circulam os coletivos no para e anda do embarque e desembarque de passageiros.

A diferença de massa e volume dos veículos coloca essa disputa por espaço em condições desfavoráveis para quem vai de bicicleta. Cria-se assim a necessidade de um maior respeito do motorista pelo ciclista. Foi justamente com essa intenção que o André Pasqualini do Ciclobr ministrou palestras para multiplicadores. A mensagem era simples e visava sensibilizar os motoristas dos ônibus urbanos para compartilhar a rua com os ciclistas.

A idéia é mostrar ao motorista as diferentes posturas do ciclista no trânsito, seu comportamento e as situações que os levam a tomar certas atitudes. Não é uma defesa parcial do ciclista, não é uma classificação de melhor ou pior, mas um estudo para que o motorista, ao cruzar com um ciclista, possa prever suas ações e com isso, tomar ações defensivas mais adequadas.

Entre os ciclistas, as histórias de respeito dos motoristas sempre impressionam e tem sido cada vez mais comuns. Reflexo do treinamento ministrado inicialmente pelo Pasqualini e multiplicado pelas garagens? Fruto da presença constante e crescente de ciclistas nas ruas? Seja como for, os ciclistas agradecem. Seguindo invariavelmente em uma velocidade média maior do que a dos ônibus.

Na parábola da lebre e da tartaruga, a primeira era leve e ágil e a segunda pesada e lenta. Nas ruas a bicicleta é uma lebre que segue devagar e sempre e o ônibus com seu grande casco atinge velocidades mais altas. No entanto nas ruas de qualquer grande cidade não há bandeira quadriculada no final da disputa, apenas semáforos, pontos de ônibus e cruzamentos que dividem os rumos.

– Mais:
– Notícia sobre a “Palestra aos Motoristas de Ônibus de São Paulo” – ciclobr.com.br
As palestras estão disponíveis para consulta e replicação.

Debate sobre Pedestres em São Paulo

A mobilidade dos pedestres em São Paulo precisa ser pensada e repensada. Inserir o caminhar como o importante meio de locomoção que é, deve ser cada vez uma vontade política dos paulistanos. Como forma de contribuir para o debate, a Associação Nacional dos Transporte Públicos (ANTP), convidou o arquiteto Gustavo Partezani para uma palestra. A iniciativa em parceria com a Universidade Cruzeiro do Sul visa divulgar o curso de pós graduação lato sensu de Mobilidade Urbana.

Gustavo Partezani afirma que a cidade de São Paulo, maior metrópole da América Latina, tem promovido uma série de iniciativas para a melhoria de seu sistema de mobilidade. Tal desafio vem sendo enfrentado por meio de uma série de iniciativas que combinam a infra-estrutura, o transporte e o desenho urbano. (…) Partezani vai explicar por que a cidade de São Paulo precisa encorajar modos seguros de transporte dentro de uma política em que o pedestre deve ter prioridade. E por que, em complementação a isso, é também necessário criar um ambiente urbano em que os diferentes modos de transporte possam co-existir, sendo a aplicação do desenho universal a principal ferramenta para alcançar estes objetivos.

Proposto o debate, resta aos interessados comparecer para conhecer o que tem sido feito e principalmente reforçar a importância de que cada vez mais a cidade de São Paulo dê a importância merecida para quem caminha. Afinal a única condição permanente para todos os cidadãos é ser pedestre. Ainda que muitos possam estar eventualmente na condição de motoristas, ciclistas, passageiros.

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Local e data: dia 23 de julho de 2009, a partir das 19h30, na Unidade Liberdade da Universidade Cruzeiro do Sul (Rua Galvão Bueno, 868, Liberdade. Próximo a Estação São Joaquim do Metrô).

Mais sobre a palestra e o palestrante no Site da ANTP.

Introdução ao Mundo Cicloviário, na Holanda.

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O programa Bicycle Partnership Program do I-Ce periodicamente reúne seus membros para um intercâmbio intenso e produtivo. Na última semana de abril de 2009 não foi diferente estavam todos os parceiros em Soesterberg na Holanda. Além da anfitriã eram 12 organizações de 9 países. a chilena Ciudad Viva, as indianas IDS e Parisar, Fabio de Uganda, CCE de Gana, as brasileiras Transporte Ativo e a Viaciclo, o Ben de Botswana, e o Ben da Africa do Sul, a colombiana BiciBogota, e as equatorianas Bicicacion e Ciclópolis.

A troca durante os cinco dias do encontro foram muito valiosas, fortalecendo todas os grupos presentes e consolidando a qualidade do suporte fornecido pelo I-CE BPP à estas organizações.
No dia 28 de abril a Transporte Ativo apresentou o treinamento para ministrar o curso Introdução ao Mundo Cicloviário, a receptividade foi muito boa e esperamos que seja replicada pelo mundo afora. Colaborando para que o conhecimento sobre a bicicleta e o planejamento que elas necessitam alcance os técnicos, políticos e a todos que possam promover o uso das magrelas nas cidades.

Os países europeus já voltaram a valorizar a bicicleta há muitos anos, na Ásia ela não pode ser esquecida. Os africanos tem nas duas rodas movidas a pedal uma importante ferramenta na luta contra as dificuldades econômicas e sociais. Já na América Latina, pensar a mobilidade em bicicleta tem sido uma novidade que ganha corpo a cada dia, tanto para promover a igualdade entre ricos e pobres, como forma de viabilizar as cidades do continente como pólos regionais e globais de negócios.