Destaques
Aquecimento Global
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Quem usa bicicleta para seus deslocamentos não contribui para as mudanças climáticas, ainda assim elas estão em curso.
Para entender melhor o fenômeno do aquecimento global, o BNDES promove nessa segunda feira o Workshop “Mudanças Climáticas: A Ciência, a Economia e a Política do Aquecimento Global”.
Palestrante:
Sergio Besserman Vianna
Presidente do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (RJ), ex-diretor do BNDES e ex-presidente do IBGE.
Local:
Auditório Reginaldo Treiger, no Centro de Treinamento do BNDES
Dia: 27/11/2006, segunda-feira.
Horário: de 14h30 às 18h.
Semana do Ciclista em São Vicente, SP
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Neste domingo, a “Associação dos Ciclistas de São Vicente e Região Metropolitana” irá realizar o primeiro passeio ciclístico da educação no trânsito. A iniciativa faz parte das comemorações da “Semana do Ciclista” e conta com o apoio da Secretaria de Transportes e Manutenção Viária (Setram).
A Semana é voltada à conscientização e divulgação da campanha de prevenção a acidentes. A abertura foi na segunda-feira (20/11) com a palestra: “Paz no Trânsito”. Proferida por agentes da Setram o evento visou transformar os mais de 100 estudantes presentes em agentes multiplicadores na educação e conscientização no trânsito.
Mais informações sobre a semana na Prefeitura Municipal de São Vicente.
O Problema do Tráfego Urbano
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foto Zé Lobo
Seminário realizado nesta terça (21) pelo jornal Valor Econômico discutiu “Desafios e Soluções para o Tráfego Urbano“.
A matéria que apresentou o seminário para os leitores no dia seguinte trazia o título: “Tráfego urbano depende mais de saídas coletivas do que de grandes obras”. Roberto Sacringella, presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET) apontou a necessidade de se “fugir do viés” das soluções intensivas em capital e partir para soluções que articulem as políticas públicas de mobilidade.
O excesso de viagens urbanas em automóveis particulares foi um dos problemas abordados. Alexandre Gomide, diretor de Cooperação e Desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apontou a perda da competividade e da diminuição da qualidade de vida como conseqüências negativas da priorização do uso de veículos motorizados particulares no trânsito.
Gomide afirmou ainda que uma maneira de amenizar a situação problemática do tráfego nas grandes cidades seria através de investimentos prioritários em transporte coletivo e na promoção da circulação não-motorizada; a bicicleta e a caminhada, por exemplo.
Acesse a reportagem (somente para assinantes).
Um documento interessante no banco de dados da Transporte Ativo trata sobre: “O Valor Econômico de Andar a Pé“. O autor é Todd Alexander Litman do Victoria Transport Policy Institute do Canadá.
O texto aborda os benefícios do ato de caminhar e de se manter a qualidade da infra-estrutura para os pedestres. Além de enfatizar que as análises descritas no documento tendem causar um aumento no apoio da opinião pública aos meios de transporte à propulsão humana.
REVISTO EM 23 de NOVEMBRO:
Nessa quinta, foi publicado um caderno especial no Valor Econômico sobre Mobilidade Urbana (somente para assinantes).
A parte que nos cabe
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Em artigo publicado hoje no jornal O Globo, o jornalista André Trigueiro enfatiza a urgência de se tomar uma atitude em relação aos impactos humanos em nosso planeta. O aquecimento global é uma das interferências humanas que pode ser combatida não só por poderosos governos e indústrias, mas por iniciativas pessoais.
O artigo é intitulado “Não há mais tempo a perder“, segue um trecho:
Estima-se que 80% de nossos deslocamentos diários se resolvam num raio de 5km de distância, o que abre espaço para o uso de bicicletas ou pequenas caminhadas
Usar o transporte público também ajuda, além de outras medidas. O importante é saber que devagar se chega longe e de bicicleta se locomove o século XXI.
Do guidão para a saúde
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foto Zé Lobo
A bicicleta além de um meio de transporte extremamente eficiente, é também não poluente. Uma reportagem divulgada hoje no Jornal do Brasil mostra que, segundo a FEEMA, 77% da poluição do ar no Rio de Janeiro é causada pelo trânsito.
Fica implícita a necessidade de mais deslocamentos movidos a feijão com arroz para termos uma população mais saudável e o ar da cidade mais limpo. A matéria faz parte de uma série de reportagens chamada: “Trânsito, o inferno é aqui”. No entanto, para quem pedala transitar é também uma forma de chegar ao paraíso no dia a dia. Uma vida mais saudável em uma cidade mais humana.
O ciclista respira ainda um ar sempre renovado e, por isso, mais limpo. É o que comprova um estudo de 1995 chamado “A exposição de ciclistas, motoristas e pedestres a poluentes causados pelo tráfego” (em inglês). Além disso, a poluição dentro dos carros, prejudica o coração segundo reportagem da Folha de S. Paulo.
Não importa a idade da frota de bicicletas, nem dos ciclistas. O uso das magrelas abre caminho para cidades com ar mais limpo e pessoas mais saudáveis.
Leia a matéria do JB na íntegra.
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Foto Rafael Moraes – JB
Pedale, seu corpo e sua cidade agradecem.
