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Integrar-se à Cidade
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Cidades são aldeias sem fim, um horizonte de prédios cercados por ruas e avenidas. Mas o que dá vida a esse ambiente construído são as criaturas responsáveis por todas as construções.
As pessoas que caminham na ruas, que moram e trabalham nos prédios são o elemento visível e mais importante para garantir a alegria e a qualidade de uma cidade. Muitas vezes somos levados a solidão e ao afastamento e tudo ao redor se torna pouco amistoso.

Mas o mesmo asfalto que isola e impermeabiliza o solo é quem ajuda a pavimentar o caminho da própria cidade e encurta distâncias. Basta pedalar no asfalto liso, desbravar cada rua. Conhecer o melhor e o pior caminho. Sentir os cheiros, aproveitar as melhores correntes de vento, as sombras mais especiais. Durante a noite ir pelos caminhos escuros na busca pelo silêncio perdido, ou perder-se nas luzes, acima, abaixo e por todos os lados.
Nossa cidade é o que fazemos dela e será cada dia melhor quanto mais soubermos saber estar e não apenas cruzar por tudo como passageiros. A bicicleta é um pouco da mudança que queremos ter. O veículo ideal para sentir-se parte do ambiente que nos circunda.
Diferença entre Ter e Usar

O consumo deixa cada vez mais de ser baseado em “ter”. Passa a ser mais importante um modelo de negócios voltado à função das coisas. O pensamento das empresas sai portanto da lógica de comercializar bens físicos para buscar atender as necessidades do cliente de uma maneira integrada.
Dentro desse contexto, as bicicletas públicas são uma tendência que não se resume as magrelas e a mobilidade em geral. Trata-se de uma aplicação, nas ruas. A satisfação de ir e vir com total liberdade encarada através de um novo olhar.
Ter e manter uma bicicleta tem um custo, ciclistas inveterados normalmente tem até mais do que uma bicicleta. No entanto para usos eventuais e para quem não quer se preocupar em manter sua bici, a mobilidade em duas rodas se traduz no compartilhamento. Um modelo de uso para as magrelas que representa o nascimento de um novo modo de transporte público, bem como uma exemplificação exemplar de um modelo econômico em dia com a sustentabilidade.
Mais:
– Bicicletas Públicas
– Velha Mobilidade
– Product service system – Wikipedia (em inglês)
Pedalemos no Ritmo da Samba

Já está em funcionamento em caráter experimental as bicicletas públicas Cariocas. Até o dia 29 de dezembro pouco mais de 200 pessoas poderão testar gratuitamente o sistema e sugerir melhorias.
A pedalada fundamental do Sistema Alternativo para Mobilidade por Bicicletas de Aluguel – “SAMBA” já foi dada. Elas já estão nas ruas e certamente tem tudo para se multiplicarem e ajudar a mobilidade em bicicleta no Rio de Janeiro.

Uma iniciativa da Prefeitura em parceria com a Serttel, visite o Mobicilidade.com.br para fazer o cadastro.
Mais:
– Prefeitura inaugura estação de bicicleta de aluguel em Copacabana
– Bicicleta ‘parisiense’ faz sucesso no Rio
Bicicleta com Pipoca
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Capaz de gerar emoções de todos os tipos, o cinema não poderia deixar de contar com a presença da bicicleta em cenas memoráveis.
E.T. O Extra-terreste (1982): umas das cenas mais conhecidas. Inclusive já foi escolhida entre as cenas mais marcantes de toda a história do cinema.
Shaw Brothers: da safra de filmes de kung-fu, esta cena mistura o hilário com o inusitado.
Patrulha Pirata (1983): ainda na linha do “kung fu bicycle”, este filme dirigido e estrelado por Jackie Chan traz uma seqüência imperdível de luta do herói meio bobo contra inimigos. Detalhe curioso é o uso da bicicleta ao mesmo tempo como meio de fuga e arma letal.
Butch Cassidy and Sundance Kid (1969): a cena preferida de 10 entre 10 ciclistas apaixonada(o)s! Ao som de B.J. Thomas cantando sucesso de Burt Bacharah
Dançando no escuro (2000): um dos filmes mais depressivos já feitos, com a cantora Björk no papel principal. A cena, que pode ser vista na altura do minuto 7 neste trecho do filme acima, foi citada como a “melhor cena com bicicletas” pelo jornal inglês The Guardian.
A vida é bela (1997): são raros os filmes que conseguem transmitir sensibilidade e pureza, mesmo tendo por fundo os horrores do holocausto. O trailer oficial do filme traz a cena memorável, quando Guido (Roberto Benigni) encontra o amor de sua vida, Dora, da pior maneira possível: atropelando-a de bicicleta. O cartaz do filme também mostra a bicicleta.
Mas a lista é interminável: Cidade dos Anjos (1998), O prazer de ganhar (1986). Você citaria alguma cena em especial?
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Vale conferir uma lista de filmes com bicicleta (em inglês).
Não desista nunca!
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“La linea” é uma série classica de cartoon animado, do humorista italiano Osvaldo Cavandoli.
Um dos episódios narra as aventuras de um ciclista contra as adversidades da vida.