Destaques
Bicicletada de Agosto em Fotos
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Fotos Zé Lobo e Edu Benhardt
Foram ao todo 15 ciclistas. Responsáveis por gerar um estranhamento nos rostos que estavam parados no trânsito. O grupo cruzou tranquilamente a Rua São Clemente e comunicou, em silêncio, uma única frase:
“Bicicletas são parte do trânsito”.
A parte mais feliz do trânsito certamente.
Modernidade e a Mídia
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Uma sociedade moderna é aquela que vive em função do futuro e não do passado. Essa é a definição de Anthony Giddens para um termo bastante difuso utilizado quase a exaustão. Pode-se no entanto, pensar o moderno como um impulso a seguirmos em frente.
O homem industrial modificou a Terra à exaustão. As conseqüências desse impulso podem ser vistas cotidianamente ao redor do planeta. Uma degradação ambiental e uma enorme perda de qualidade de vida a nível mundial.
Mudar o rumo da modernidade é apenas uma medida lógica a ser feita. Trata-se de fazer escolhas em nome do bem estar de todas as formas de vida em todos os continentes.
Na coluna “Mundo Sustentável” desse domingo na rádio CBN, André Trigueiro discutiu a implicação do aumento da frota de veículos automotores no Rio de Janeiro. Confira:
- Mais:
> No Blog:
Pela Simplicidade
Por um Mundo Sustentável
Bicicleta em Estilo
> Na Wikipedia:
Modernidade
Modernity – Social Thought
Indicadores do Trânsito
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O Instituto Ethos publicou recentemente um extenso artigo que versa sobre a (i)mobilidade em São Paulo. O gancho foi o lançamento da Campanha do “Dia Mundial Sem Carro”. No entanto é possível visualizar com clareza uma mudança de perspectiva que ainda é necessária.
Indicadores citados para avaliação da qualidade do sistema de transportes:
– o número de dias em que o limite aceitável de poluição é ultrapassado,
– a média de congestionamento em horários de pico,
– o tempo médio que um veículo leva para deslocar-se entre determinados pontos da cidade,
– o total anual de mortes em acidentes de trânsito,
– a média de atropelamentos por ano,
– o número de automóveis particulares na cidade,
– o déficit de semáforos e de faixas de pedestres,
– o total anual de ocorrências de doenças respiratórias ligadas à poluição.
Certamente todos esses indicadores são de serventia quando se busca melhorar a mobilidade e por conseqüência a qualidade de vida de uma cidade. No entanto, é ainda mais importante uma simples troca nos termos a serem analizados.
Ao invés de medirmos o “tempo de deslocamento dos veículos”, seria de mais serventia aos cidadãos, medir o deslocamentos das pessoas nas cidades. Afinal, o modal de deslocamento é apenas um meio para se atingir um destino. Caso tenhamos um real desejo por cidades melhores é necessário pensarmos em como pensa-la sempre ao redor das pessoas e suas necessidades.
- Mais:
> No Blog:
Sem Carro em São Paulo
> Instituto Ethos:
Dia Mundial sem Carro estimula reflexão sobre os impactos negativos dos veículos particulares e a necessidade de transporte público de boa qualidade
Alegria nas Ruas
Posted onAuthorJoão Lacerda3 Comments
Para o que olham os passageiros?
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Pela janela admiram o mundo lá fora.
Em meio a um trânsito que só anda e pára.
Mas não para todos.
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Pura alegria na hora do rush. Assim foi a Bicicletada Carioca de Agosto de 2007. Confira a Bicicletada Carioca de Agosto em Fotos.
II Desafio Intermodal Carioca
Posted onAuthorJoão Lacerda4 Comments
A segunda edição do Desafio Intermodal Carioca transcorreu perfeitamente e num dia sem trânsito os resultados foram bastante diferentes do ano passado. Além da atípica falta de retenções o número de participantes também aumentou, foram 13 modais e a participação de pedestres.
Antes do estudo completo dos resultados, já se pode concluir que bicicleta e metrô juntos são a melhor maneira de se percorrer grandes distâncias. Na parte em que o ciclista com a dobrável pedalou do Metrô Cantagalo até o Leblon foram apenas 9 minutos, contra 12 minutos do carro e 15 da moto.
Os resultados para um percurso com média de 15 km:
– Maior distância percorrida, Bicicleta pela Ciclovia 22,5 km;
– Menor distância 13 km pedestre.
Todos saíram da Central do Brasil e chegaram na Praça Antero de Quental no Leblon utilizando percurso a escolher, desde que pela estação Metrô Cantagalo (exceto pedestre).
Destaques para:
· O carro e o táxi levaram o mesmo tempo que o metrô na primeiro trecho do percurso, confirmando a fluidez do trânsito no horário.
· A Bicicleta dobrável em integração com o Metrô levou o mesmo tempo que o carro e a moto apesar de não haver trânsito.
· O Pedestre que fez o percurso correndo, levou o mesmo tempo que o carro no ano passado.
Seguem os tempos totais com os intermediários entre parênteses. Clique no tempo total ou no intermediário para conferir as fotos.
Carro 42 min (30)
Moto 42 min (27)
Metrô-Bicicleta 42 minutos (33)
Táxi 43 minutos (32)
Bicicleta Masculino 47 minutos (36)
Metrô-Skate 48 minutos (29)
Ônibus 54 minutos (44)
Metrô-Patins 56 minutos (29)
Metrô-Ônibus 58 minutos (24)
Bicicleta Feminino 58 minutos (42)
Metrô-Pedestre 67 minutos (29)
Bicicleta Ciclovia 69 minutos (50)
Pedestre 79 minutos
A conexão metrô-ônibus foi feita na estação Siqueira Campos e o corredor fez um trajeto mais curto sem passar por Copacabana (confira o caminho do pedestre).
Em breve o novo relatório, que terá dados comparativos entre os dois anos.
> No site:
Relatório Desafio Intermodal Carioca 2006
> No Blog:
Desafio Intermodal Carioca 2006


