CTB de Bolso segue firme aos 13 anos.

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Em 2007 foi lançado o CTB de Bolso de Claudiléa Pinto. O que antes era apenas um arquivo PDF, em 2012 se transformou na primeira edição impressa, com patrocínio do Banco Itaú. Eram 20 mil exemplares que logo se esgotaram, sendo ditribuídos para todo o país, novas edições impressas vieram, hoje são mais de 15, impressas por diferentes organizações governamentais e da Sociedade Civil, que totalizam mais de 200 mil impressos distribuídos pelo país a fora.

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Em janeiro deste ano, uma nova edição com 3 mil exemplares foi impressa e em menos de 20 dias esgotou! Semana passada, recebemos algumas fotos de um evento educativo realizado pelo DETRAN-DF, no Eixão em Brasília, onde kits educativos eram distribuídos aos ciclistas e passantes. E lá estava o CTB de Bolso! 🙂

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Seu conteúdo segue sendo de extrema importância, pois como diz o texto de uma das cartilhas distribuídas em Brasília “A educação é a melhor direção.” Caso você ainda não tenha seu exemplar, pode baixar a versão em PDF ou se seu Smartphone for Android, instale a versão para estes dispositivos móveis. Caso queria imprimir sua própria edição, entre em contato!

VII Prêmio Promovendo a Mobilidade por Bicicletas no Brasil

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Vem aí, a sétima edição do Prêmio Promovendo a Mobilidade por Bicicletas no Brasil! Desde 2014, a Transporte Ativo em parceria com o Banco Itaú, realizam a atividade que consiste em premiar as melhores iniciativas de promoção ao uso de bicicletas no país, nas categorias, Ação e Educativa & de Conscientização, Levantamento de Dados & Pesquisas e Empreendedorismo.

Nas imagens abaixo, a entrega dos Prêmios de 2019, durante a Conferência Velo-city 2019 em Dublin na Irlanda, que contou com o apoio da Tembici, que gentilmente nos cedeu o espaço de seu stand na feira para a entrega da Premiação, e de 2018 no Museu do Amanhã, durante o Bicicultura 2018 no Rio de Janeiro.

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No próximo domingo, dia 1º de Março, terão início as inscrições, que seguirão abertas até o dia 27 de março. Comece já a preparar seu material para envio, em breve divulgaremos a Premiação e o local da cerimônia de entrega de Prêmios.

Boas ideias merecem ser reconhecidas e homenageadas!

Conheça nos links abaixo, os resultados das edições anteriores.
Resultados 2019
Resultados 2018
Resultados 2017
Resultados 2016
Resultados 2015
Resultados 2014

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Inscrições abertas, clique aqui.

Pedalando na chuva com segurança

Pedalar na chuva é algo que vai acontecer cada vez mais, tanto por conta da crise climática que estamos enfrentando e também porque diante do caos motorizado nas cidades, é melhor chegar rápido e molhado do que passar horas ilhado dentro de um carro. 

Você vai encontrar na Internet diversas dicas sobre como pedalar na chuva. O portal Vá de Bike faz uma lista de 10 dicas sobre equipamentos e como se manter seco durante a pedalada. Aqui, gostaria de chamar atenção para algumas situações que precisamos ter em mente ao pedalar na chuva e que não estão basicamente relacionadas à bicicleta, mas ao seu entorno.

Durante chuvas fortes, é comum surgirem buracos perigosos em trechos que estamos acostumados a pedalar. Por isso, é extremamente importante aumentar o cuidado com as poças e áreas alagadas, elas podem esconder verdadeiras crateras que podem nos levar ao chão e causar sérias lesões.

Em dias secos, avistamos facilmente ralos e bueiros sem tampa, todavia, com as chuvas e o alagamento das ruas, algumas tampas se desprendem dos bueiros por ação da correnteza deixando o vão aberto, o que representa risco de queda. Evite pedalar muito próximo aos bordos da via, local onde geralmente esses ralos e bueiros estão posicionados.

Por conta dos pés molhados, o risco de escorregar e se ferir com as travas da coroa aumenta. Isso pode acontecer porque alguns tipos de calçados perdem o atrito com o pedal. Algumas bicicletas contam com protetor de corrente, mas as Mountain Bikes deixam a coroa livre e, em contato com a panturrilha, pode causar um corte profundo. Como as águas de enchentes estão carregadas de lixo, as chances de infecções aumentam potencialmente.

Fique atento à rede elétrica, observe os postes de iluminação e tente identificar se existem cabos partidos em contato com áreas alagadas. Evite encostar em postes e placas de sinalização próximas a eles. Redobre atenção em ruas que tiveram quedas de árvores. Ao cair, as árvores podem arrebentar cabos e deixar a região próxima a ela energizada.

Sistemas de freio podem sofrer falhas e reduzir drasticamente a capacidade de frenagem quando estão em contato constante com a água. Em alguns casos, podem parar de funcionar repentinamente. Em dias de chuva, devemos pedalar em baixa velocidade com atenção total às folhas caídas, galhos, sacos plásticos, e objetos que podem entrar na roda e interferir no funcionamento. 

De fato, não é pra ter medo de pedalar na chuva, como se diz por aí: “boralá pedalar na chuva pois a gente não é de açucar”. 

Dica extra para o pós chuva!

Durante os dicas secos, o óleo derramado pelos caminhões e ônibus fica incrustado no asfalto, mas depois de um período constante de chuvas eles começam a escorrer deixando uma mancha colorida. Geralmente depois da chuva, esse óleo fica espalhado na via e isso representa um risco para derrapagens. Ao avistar a mancha, faça o possível para desviar e, se não for possível, reduza ao máximo a velocidade e mantenha o guidom firme sem movimentos bruscos. Jamais acione os freios ao passar por cima da mancha. Ao travar a roda sobre as manchas, as chances de derrapagem aumentam consideravelmente.

Dá pra levar quase tudo na bicicleta

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Tudo que é possível levar na bicicleta, a gente leva! Desde mudanças, compras de supermercado, material de construção, móveis e até pessoas. A nova edição do CTB de Bolso, por exemplo, foi toda distribuída com a cargueira da foto acima.  Com ela, garantimos emissão zero de gases poluentes e ainda mantemos a forma física para o curtir o verão.

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Quando compramos algo, a primeira coisa que vem a mente é: dá pra levar de bicicleta? Foi assim que nasceu nosso primeiro triciclo de carga, que foi doado pela Bike Tech. Ele trabalhou duro transportando diversos tipos de materiais, participando de eventos e ajudando amigos a transportar tudo que fosse possível levar. Ele ficou conosco até ser doado para o projeto Passeio Completo, que a batizou de “Carmem Miranda”.

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Para substituir o triciclo, compramos a cargueira da foto acima. Ela levou todo tipo de carga possível e também transportou o jornalista André Trigueiro durante as gravações da reportagem sobre 10 anos do Programa Cidades e Soluções.  Quando a Bullitt chegou, primeira foto, ela foi doada para Ciclo Orgânico, uma empresa carioca que uniu bicicletas e compostagem.

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Cada vez mais presentes nas cidades, com seus diferentes tipos e modelos, as bicicletas de carga são gradativamente mais usadas para também transportar pessoas. Em março de 2019, fomos até o aeroporto Santos Dumont receber o Jonas Hagen, colaborador da TA em Nova Iorque. Pedalamos sob chuva até Copacabana com toda bagagem nas bicicletas. Zero emissão de poluentes, consumo de combustível e muita diversão envolvida. Você já pensou em chegar de viagem e ser levado pra casa de bicicleta?  Assista um vídeo com o mesmo trajeto, realizado em outra ocasião, pelas ciclovias que ligam o aeroporto à zona sul da cidade.

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Também usamos reboques como o da foto abaixo. Eles podem ser uma ótima alternativa para quem não tem espaço para uma bicicleta de carga. Atualmente é possível encontrar uma grande oferta de reboques, com diversos formatos e capacidades de carga, alguns já fabricados no Brasil inclusive. Existem modelos que são projetados especialmente para levar crianças. Mas isso a gente vai contar em uma publicação exclusiva sobre o tema.

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Faz tempo estamos envolvidos com o tema das bicicletas de carga, em 2015, a pesquisa “Contagem de Estabelecimentos Comerciais com Entregas por Bicicleta”, realizada no quilômetro quadrado mais denso de nove bairros do Rio, mapeou 7524 entregas por dia, sendo o bairro de Copacabana o que realiza mais entregas. Outra pesquisa de 2011 sobre o tema nos rendeu o Prêmio Cycling Visonary Awards e recentemente traduzimos quatro manuais da European Cycle Logistics Federation que tratam sobre diferentes aspectos das bicicletas de carga.

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Existem iniciativas no exterior com sistemas de compartilhamento de bicicletas de carga, quem sabe um dia não temos algo parecido por aqui. seria uma bela oportunidade para que mais pessoas pudessem perceber que dá pra levar muitas coisas na bicicleta, com custo mais baixo, com mais diversão e muito mais qualidade de vida.

Nova Edição do CTB de Bolso

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O CTB de Bolso, chega à sua 18ª Edição! São mais de 200 mil livretos impressos e distribuídos nas 17 edições anteriores, feitas por 14 entidades diferentes, das 5 regiões do país; são também mais de 200 mil downloads da versão em PDF e mais de 10 mil do aplicativo para Android.

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Nesta edição, foram impressos 3 mil exemplares e 1680 já foram enviados hoje. Entre em contato e peça já o seu, antes que acabe. Todos os exemplares são levados para os correios de bicicleta. 🙂

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