Tembici | Conteúdo Educativo

TBC221

Mais uma parceria com a Tembici seguindo a linha educativa usada na elaboração dos manuais online em 2020. Desta vez foram campanhas nas redes sociais, para público dirigidos, na Cidade de Salvador, no Estado de Pernambuco e entregadores ifood, todas no estilo “Fato ou Fake”, em vídeos que apresentam situações que podem trazer dúvidas aos usuários. Dúvidas sanadas, maior segurança nas ruas,

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Bicicletas nas Cidades – Experiências de compartilhamento, diversidade e tecnologia

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Abrindo o ano de 2021, o Labmob anuncia o lançamento de mais uma de suas publicações, o livro Bicicletas nas Cidades – Experiências de compartilhamento, diversidade e tecnologia, uma publicação que (re)pensa o futuro de nossas cidades considerando a bicicleta como peça-chave do transporte público em prol de cidades mais sustentáveis.

Com eixos temáticos de diversidade, tecnologia, acessibilidade e qualidade de vida, a publicação revela que sistemas de bicicletas compartilhadas têm se provado eficientes na transformação global para de cidades mais sustentáveis. O livro reúne especialistas, que apresentam análises e estudos de caso sobre metrópoles brasileiras e cidades globais, abordando o uso desses serviços, cada vez mais estratégicos. O LABMOB contribui de forma inovadora para a mobilidade sustentável, por meio de uma série de iniciativas que monitoram sistemas de compartilhamento em todo Brasil e quantifica as emissões de CO2 evitadas. (Re)pensar o futuro considerando a bicicleta como peça-chave do transporte público tornou-se fundamental para a sustentabilidade.

Clique aqui para conhecer o teaser com capa, sumário e introdução do livro ou nos links abaixo para adquirir seu exemplar.
Relicário Edições
Amazon
Livraria da Travessa
Martins Fontes
Magazine Luiza

Ficamos honrados com o convite para escrever o texto de orelha do livro. 🙂

Vias emergentes para Cidades Resilientes

guiaBID

A busca por soluções viárias que ajudem no enfrentamento à pandemia segue firme. Um novo guia para estimular o caminhar e o pedalar durante a pandemia, foi publicado pelo BID Guía de vías emergentes para ciudades resilientes, sendo que este vai além e sugere que as soluções sirvam também para outras situações de emergência. Mais informação para que possamos preparar nossas cidades para reagirem rapidamente quando necessário ou até mesmo, já irem se preparando para qualquer situação inesperada. Clique aqui ou na imagem acima para baixar seu exemplar.

Em nosso Banco de Dados, estamos com uma seção chamada “Enfrentando os Desafios do Coronavírus“, onde estamos publicando os guias sobre o tema que temos conhecimento. Confira lá, já são oito opções vindas de diferentes países, uma delas genuinamente nacional realizada pela Cicloiguaçu.

Por uma boa Gestão Cicloviária no Rio de Janeiro

eleitoral

Novembro vem aí! Mês de eleições municipais e oportunidades para que a próxima gestão dê às bicicletas a importância que elas merecem, ajudando as cidades a melhorarem em diversos aspectos! Escolha bem pra quem vai o seu voto, confira o que pensam sobre os temas de seu interesse e se a mobilidade ativa está entre as suas prioridades urbanas. Busque candidatas ou candidatos que compreendam a importância dos modais ativos.
A Transporte Ativo é uma organização genuinamente Carioca, que desde 2003 busca soluções que favoreçam o uso de bicicletas e similares, sendo assim, preparamos o texto abaixo para ser divulgado àqueles que pretendem tomar as rédeas da direção da Cidade.

Tendo em vista os Marcos Legais e compromissos da Cidade do Rio de Janeiro:

  • Lei nº 5.248/2011 Mudança do Clima e Desenvolvimento Sustentável;
  • Carbon Neutral Cities Alliance 2015 – Corte de Emissões de GEE em 80% até 2050;
  • Compromisso C40 2017 – Neutro em emissões até 2050 com Reduções a partir de 2020;
  • Decreto Rio 46079/2019 – Cidade pelo Clima – Plano de Ação Climática;
  • Compromisso C40 2019 – Declaração das Cidades com ar limpo;
  • Decreto Rio nº 46.081 de 11 de junho de 2019 que declara a adesão da Cidade do Rio de Janeiro ao objetivo de promover ruas verdes e saudáveis, com ações planejadas para cumprimento de prazos de redução de emissões de gases de efeito estufa GEE.

E ainda, tendo em vista:

  • Melhoria da saúde da população;
  • Melhoria da qualidade de vida na cidade;
  • Melhoria da integração modal e das escolhas de meios de transporte;
  • Fomento a economia em suas vertentes além do esporte e lazer da população.

Criar um ambiente favorável ao uso da bicicleta e caminhadas é uma forma de se alcançar estes compromissos, metas e objetivos, pois:

As bicicletas podem proporcionar uma economia de até 19% no SUS e ganho de até R$ 525 milhões no PIB devido ao tempo economizado, segundo o documento Impacto Social da Bicicleta no Rio de Janeiro (CEBRAP). Podem também melhorar a qualidade de vida e saúde da população, alimentando o transporte público ao mesmo tempo em que evita aglomeração em tempos de pandemia. Podem promover a economia pessoal e empresarial através do esporte, lazer, turismo, entregas. São aliadas na prestação de serviços como patrulhamentos, manutenção em geral, limpeza urbana e mobilidade corporativa dentre outras.

 A Cidade do Rio de Janeiro pode retomar o protagonismo cicloviário que deteve por muitas décadas e se perdeu ao longo desta década, voltando a se destacar neste quesito, ficando ao lado de muitas cidades europeias, americanas, latino americanas e até mesmo brasileiras, que vem encontrando nas bicicletas soluções para diversos problemas que as cidades do século XXI encontram.

O Rio tem mais de 4 milhões de bicicletas, 2,5% da divisão modal com números semelhantes ao Metrô 2,9% e trens 2,5% (dados pré-pandemia) o dobro de táxis 1,13% (PDTU 2014). Tem um dos maiores volumes de entrega por bicicletas do mundo (Consultoria Dinamarquesa Copenhagenize), o sistema de Bicicletas Compartilhadas mais ativo do País, com 5 vezes mais viagens que qualquer outro sistema no Brasil e a estação mais movimentada da América Latina, na Central do Brasil. Hoje com aproximadamente 3% de divisão modal, as viagens em bicicletas já representam uma economia de 1% nas emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa), se todas as viagens até 8km fossem feitas em bicicletas essa economia seria de 18% (CEBRAP), sendo assim o Rio estaria mais próximo de alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU e o Acordo de Paris dos quais é signatário, e também das metas de atividade física para a década da Organização Mundial de Saúde.

Hoje com 458 Km de Infraestruturas para Bicicletas construídas e mais de 4 mil bicicletários, apenas 19% da população carioca mora próxima às infraestruturas cicloviárias (ITDP). Segunda a pesquisa Perfil do Ciclista 2018, houve um aumento do uso de bicicletas como meio de transporte de 132,5% entre 2013 e 2018 e dentre os pesquisados seus principais destinos eram: ida ao trabalho 77,3%, compras 53,7%, estudo 27,7% e deslocamentos sociais 56,9%. Pouco mais da metade deles, 57,1%, levam de 10 a 30 minutos (entre 2 e 6 Km) em seus deslocamentos e 34,3% faz integração com outros modais como ônibus, barcas, metrô e trens.

Hoje as bicicletas fazem parte do cenário da Cidade e planejar para elas pode ser de grande valia, pois o sucesso da mobilidade urbana depende da combinação de diversas opções de transporte e do uso de menos energia. Cidades que investem em facilidades para pedestres e ciclistas são beneficiadas com mais qualidade de vida, saúde da população, redução da poluição, dinamismo e diversificação econômica e oferecem mais alternativas de transporte urbano.

Para alcançar esse sucesso é necessária a criação de ambientes favoráveis ao uso da bicicleta e dos modos ativos de transporte.

Sugerimos algumas ações de fácil implementação, baixo custo e grande retorno para a cidade.

  • Conexão entre as infraestruturas existentes e integração com terminais de transporte público;
  • Qualificação das ciclovias, qualidade do piso e das transições como rampas, por exemplo;
  • Redução dos limites de velocidade em algumas vias, visando aumento da segurança viária como um todo;
  • Priorizar recapeamento asfáltico e nivelamento de bueiros em vias muito utilizadas por ciclistas;
  • Bicicletários públicos de alta capacidade.

Caso você conheça alguma candidata ou candidato a Vereador ou Prefeito na Cidade do Rio de Janeiro, ou mesmo tem um candidato preferido mas não o conhece, encaminhe este texto para que tomem conhecimento das possibilidades que planejar para bicicletas e pedestres podem trazer para o sucesso da gestão! Copie e cole, faça como preferir mas faça esse documento chegar lá! O Rio precisa retornar à seriedade no planejamento cicloviário.

E lembre-se: Vá votar a pé ou de bicicleta! 🙂

Plataforma de Bicicletas Compartilhadas da América Latina Latino SBP

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Em anos recentes, a TA acabou por enveredar por uma área que nunca havia pensado, a incubação de outras organizações e projetos externos. A sétima delas foi a Plataforma Latino-Americana de Bicicletas Públicas e Compartilhadas, que com financiamento do Banco Itaú, teve seu lançamento em 2018 no 4º Encontro Latino-americano de Sistemas de Bicicletas Públicas e Compartilhadas. Este encontro fez parte do mês da bicicleta no Rio. No primeiro semestre de 2019, após coleta e sistematização dos dados iniciais, a plataforma entrou no ar.

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Hoje a plataforma já pedala sozinha, com uma equipe comprometida, que em breve apresentará uma nova cara, em uma página com nova hospedagem, biblioteca e muita informação sobre os sistemas de bicicletas públicas e compartilhadas da América Latina. Antecedendo à publicação da nova página da Plataforma Latino SBP, uma publicação consolida essa fase do trabalho que vem sendo desenvolvido, apresentando o perfil dos sistemas latino-americanos em 2019. Clique na imagem abaixo para baixar e conhecer o relatório 2019.

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