A ordem é Samba

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Já esta no ar o sistema de aluguel de bicicletas carioca. O Samba agora tem patrocínio do Banco Itaú-Unibanco e se chama BikeRio. Com esse apoio o sistema evolui com integração total com smartphones e um total de 60 estações espalhadas pelo Zona Sul e centro da cidade.

Além da novidade tecnológica e do aumento no número de estações, o uso do sistema agora também está mais barato. O passe diário, válido por 24h, custa R$ 5,00 enquanto o passe mensal custa R$ 10,00. E claro, continua valendo a regra de uso gratuito por uma hora. Os primeiros 60 minutos de uso, o usuário cadastrado não paga mais nada. Além disso, 15 minutos após a devolução da bicicleta em qualquer estação, dão direito a mais uma hora sem cobrança de tarifas excedentes. Perfeito para viagens rápidas, mas não recomendável para passeios longos e ininterruptos.

As estações espalhadas, pela Zona Sul e centro da cidade irão facilitar a vida de quem mora, frequenta ou visita a região.

Visite o site movesamba.com.br/bikerio e cadastre-se.

sugestao mapa bikerio
A Transporte Ativo sempre deu todo o suporte ao sistema Samba e a localização das estações foi definida com base em um mapa de sugestões elaborado em conjunto por nós.

zelobo bikerio
Todo mundo vai querer colocar a mão em uma, porque a ordem é Samba!


Valeu ultimobaile.com por apresentar essa do mestre Jackson do Pandeiro.

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A manutenção do Samba!


No início de agosto, quem chegava às estações das Bicicletas Públicas Cariocas SAMBA – Pedala Rio encontrava placas como esta, onde antes havia uma estação.
Clique na imagem, ou aqui, para ampliar a foto e ler o texto na íntegra.
Agora, novas estações começam a ser vistas em diferentes bairros da Zona Sul da cidade, na cor laranja, ainda sem nenhum texto explicativo e embrulhadas em plástico bolha.
Enquanto se aguarda pela volta dos serviços, que trarão mais mobilidade e segurança para a cidade, os cariocas vão utilizando as novas estações de diferentes formas.
Que venha o SAMBA!

No ritmo do Samba

O sistema de bicicletas públicas carioca definitivamente está nas graças dos cariocas. Os números ajudam a comprovar isso.

Em abril haviam sido 1.288 viagens, um número impressionante face a média de 500 à 700 viagens nos meses anteriores de funcionamento. No entanto, maio trouxe números ainda mais consistentes, foram 2.871 viagens. Nada mais de 25% de todas as viagens realizadas desde o lançamento do sistema.

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Que o Rio de Janeiro siga no ritmo do Samba e que sobre duas rodas, o carioca saiba redescobrir a cidade maravilhosa e o enorme potencial de se tornar a cada dia mais linda.

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Bicicletas Azuis

Bicicletas azuis

Luz solar e vigilância

Câmeras nas estações

Estação Piloto, com RioCard

Novas formas de retirar a bicicleta, novas tarifas e…

Integração com o RioCard

uma estação piloto com Rio Card.

O grave revés que paralisou o sistema não significou uma pausa nas melhorias. Tudo para que os clientes já cadastrados possam voltar a usufruir do serviço sem prejuízo do tempo de paralização.

Espera-se também que os cadastramentos e a expansão da base de usuários siga no mesmo ritmo de antes, para que o Rio mantenha seu rebolado no ritmo das pedaladas, durante todo o ano.

Para mais informações, visite o site, que também foi reformulado: www.mobilicidade.com.br/rio.

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Semba

O sistema Samba de bicicletas de aluguel no Rio de Janeiro, teve seu primeiro revés desde a sua implementação. Em apenas 72 horas foram furtadas diversas bicicletas e danificadas estações. Por conta disso o sistema foi totalmente suspenso, para que seja feita uma restruturação que garanta a integridade das estações e bicicletas.

Em nota oficial, a empresa responsável deixou claro que o tempo fora do ar será acrescido aos planos em vigor, para que os usuários não sejam prejudicados.

Como tecnologia social, bicicletas de aluguel requerem a rápida interação entre o poder público, a iniciativa privada e a população. As estações estão lá para serem usadas e o processo de inserção do sistema na dinâmica urbana teve seu primeiro trauma. Alguns cidadãos se sentem excluídos por não participarem da cidade como um todo, não terem acesso aos serviços disponíveis aos “incluídos”. Uma das consequências dessa batalha silenciosa é a degradação de espaços e equipamentos urbanos. Por conta disso, as bicicletas permanentemente expostas, acabaram sendo vítimas da “cidade partida”.

O problema de segurança pública no Rio de Janeiro não será resolvido pelas bicicletas, nem tão pouco é causado por elas. No entanto, através da inclusão social que meios de transporte ativos promovem nas cidades podem ser construídos atalhos para uma cidade mais socialmente justa e inclusiva. Especificamente em relação ao sistem SAMBA, a empresa responsável e a administração municipal precisam estar cientes da importância de mobilizar os frequentadores dos espaços ao redor das estações, moradores ou não, de que aquele equipamento lhes pode ser útil e está acessível. Para isso, a integração com o Riocard (cartão pré-pago do sistema de ônibus) tem de ser feita o quanto antes. Além disso, a prefeitura precisa escolher locais mais felizes para as estações, por vezes isoladas em canteiros centrais e áreas de baixa circulação de pessoas, o que facilita a ação de criminosos e vândalos.