Nova onda de SUVs nas ruas do país

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Já faz um tempo que falamos sobre esse assunto por aqui, bicicletas cargueiras e seu potêncial para melhorar nossas cidades. Por muitos anos, aqui no Brasil, apenas alguns modelos  estavam disponíveis no mercado, os triciclos com “box” dianteiro, comum em muitas partes do país, os com duas rodas na parte traseira, para usos mais leves, em geral montados com kits sobre estruturas de bicicletas normais e as famosas bicicletas de carga, com rodas dianteira aro 20. Caso houvesse necessidade ou vontade de um outro tipo de cargueira, ficávamos limitados aos poucos modelos estrangeiros disponíveis no mercado.

Agora as coisas começam a mudar e fabricantes começam a abrir seus olhos para esse novo filão do mercado, as bicicletas de carga ou os novos SUVs. Como sempre quem dá a partida é a Dream Bike, empresa brasileira que ao longo do tempo vem se mostrando pronta a inovar, entregando novos produtos ao mercado, produtos quem em geral os outras fabricantes parecem não perceber ou não se interessam, vale conferir no website deles a variedade de triciclos que oferecem. Agora eles iniciam também a fabricação das famosas cargueiras Long John, das fotos acima e abaixo. Modelo de cargueira que mantem a largura de uma bicicleta comum, se tornando mais ágil nos estreitos espaços que sobram para aas bicicletas em nossas cidades.

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Mas o assunto vai além, alguns fabricantes independentes começam a desenvolver suas cargueiras também e já é possível encontrar algumas delas pelas ruas, como os dois modelos abaixo encontrados circulando pelas ruas do Rio.

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Algumas empresas de entregas, como a Pedivela, chegam a fabricar seus próprios veículos para atender a demanda, trazendo ainda mais desses novos SUVs para nossas ruas.

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Espere para ver cada vez mais dessas bicicletas em nossas ruas e que novos modelos venham a surgir. Vale comentar que os grandes fabricantes, tanto nacionais, quanto estrangeiros, ainda não visualizaram esse filão que ainda se restringe a fabricantes menores.

Confira abaixo alguns fabricantes brasileiros e europeus.

No Brasil:
Dream Bike
Palacio dos Triciclos.

Na Europa:
BakFiets
Urban Arrow
Larry vs Harry
Trio Bike
Omnium Cargo

https://bicycletimesmag.com/bicycle-times-issue-24-way/
Clique na imagem acima, para ver a matéria sobre o assunto publicada na revista Bicycle Times nº24 em 2013.

 

Presença Brasileira na Conferência Anual EuroVelo 2018

Por Juliana DeCastroev

Desde 2015 o Núcleo de Planejamento Estratégico de Transporte e Turismo (PLANETT/UFRJ) elegeu a mobilidade ativa e o turismo sustentável como uma de suas principais frentes de trabalho. E, mais uma vez, a bicicleta se destaca como protagonista nessas áreas por meio do cicloturismo. Dessa maneira, é natural a busca por organizações de referências na disseminação de conhecimento e boas práticas sobre o assunto.

No Brasil a Transporte Ativo (TA) é uma referência há 15 anos na disseminação e produção de conhecimento sobre mobilidade ativa. E, como o PLANETT, acredita que o território nacional oferece uma diversidade regional incrível para a promoção do turismo de bicicleta. Por isso, PLANETT e TA junto com o Programa de Pós-Graduação em Turismo da Universidade Federal Fluminense (PPGTUR – UFF) organizaram o II Encontro para o Desenvolvimento do Cicloturismo em novembro deste ano no Rio de Janeiro.

E a fonte de inspiração para a realização do evento surgiu através do contato com os estudos produzidos sobre experiências bem sucedidas para desenvolver o cicloturismo no cenário internacional, onde se destaca  o trabalho da Federação Europeia de Ciclistas (ECF) que coordena o Projeto EuroVelo para fomentar o cicloturismo na Europa e organiza a Conferência Anual mais importante nessa área.

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Atualmente o EuroVelo conta com uma rede de ciclovias de alta qualidade composta por 17 rotas integradas ao sistema de transporte, que permitem cruzar 42 países na Europa de bicicleta. A Essas rotas são utilizadas não apenas por turistas, mas também por moradores dessas regiões e até 2020 a meta é consolidar uma rede de 70.000 km, subindo para 19 o número total de rotas existentes.

Ao longo da implementação do EuroVelo diversos estudos foram produzidos para avaliar os impactos do projeto. E os resultados obtidos até o momento apontam para um crescimento contínuo na demanda na utilização das rotas e também da diversificação da oferta de produtos e serviços dedicado aos ciclistas. Em números isso representa uma movimentação de 2,3 bilhões de viagens por ano e 44 bilhões de Euros em receitas, superando a movimentação gerada com o turismo de cruzeiro na Europa no último ano.

E para melhor aproveitar as oportunidades existentes nesse cenário, foram criadas as Conferências EuroVelo e de Cicloturismo que são realizadas todos os anos desde 2012 com o objetivo de reunir todos os atores interessados na trocar experiências sobre cicloturismo, destacar as boas práticas e encorajar o desenvolvimento da própria rede EuroVelo. A estratégia para incentivar o engajamento das autoridades locais com o evento é torná-las as anfitriãs da Conferência, criando assim uma conjuntura favorável para que os participantes possam da desfrutar da experiência real de testarem infraestruturas, produtos e serviços voltados para o turista de bicicleta durante os dias do evento.

Durante os preparativos para a realização do II Encontro o Desenvolvimento do Cicloturismo, surgiu o convite da TA para que o PLANETT pudesse participar da Conferência Anual do EuroVelo 2018 com a intenção de extrair o máximo de conhecimento técnico sobre o desenvolvimento do cicloturismo na Europa. A conferência foi realizada entre os dias 26-28 de setembro em Limburg, na Bégica, ainda conseguimos liberação da ECF para participar como convidado especial da Reunião Anual dos Centros de Coordenação Regional do EuroVelo para compreender como se dá o processo de gestão e monitoramentos das 17 rotas e quais são as possibilidades de adaptação desse modelo para o desenvolvimento do cicloturismo no Brasil.

O foco da reunião era começar a desenhar a estratégia para dar continuidade ao desenvolvimento da rede EuroVelo até 2030, em especial, em relação à necessidade de melhorias enfrentar os desafios para o monitoramento do desempenho das rotas, padronização e manutenção da sinalização, a conectividade com os sistemas de transportes públicos, integração de soluções de TI para desenvolvimento de novos produtos e serviços para rede EuroVelo.

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E, de fato, participar da Conferência foi impactante. Tanto pela qualidade da troca de experiências proporcionadas pela conferência, que certamente nos ajuda a construir a visão do que pode vir a ser o nosso “BrasilVelo”, mas também pela oportunidade de vivenciar momentos únicos, testando alguns dos produtos e serviços oferecidos em aos cicloturistas em Limburg.

Este ano foi a Conferência for realizada na cidade de Hasselt, capital de Limburg, premiada como a capital do cicloturismo após o desenvolvimento do projeto Experience XL e, certamente um dos pontos altos do evento, foi incluir na programação do evento 5 opções de biketours para que os participantes pudessem conferir se a cidade faz jus ao título.

Dentro do Projeto Experience XL foi inaugurada em abril de 2016 uma trilha de ciclismo em um lago da reserva natural De Wijers em Bokrijk-Genk  denominada “Cycling through Water”. Desde a sua abertura já atraiu mais de 500.000 ciclistas, abrindo novas oportunidades para a criação de novos modelos de negócio pensados para fortalecer o desenvolvimento regional aliado à conservação ambiental.

A trilha de bicicleta através da água leva os ciclistas através de um caminho de concreto de 212 metros de comprimento e três metros de largura com água ao nível dos olhos em ambos os lados. Cisnes e outras aves aquáticas flutuam na borda e observam os visitantes com curiosidade. No entanto, você poderia pensar como eu, se a construção da infraestrutura não poderia causar um impacto negativo no ecossistema, certo?! Mas, através de um trabalho integrado entre as autoridades locais de turismo e meio ambiente, o projeto permitiu gerou resultados positivos na melhoria na qualidade da água e também no incremento significativo no habitat dos anfíbios que vivem no local.

Certamente, mais uma valiosa oportunidade de aprendizado para nós, pois o sucesso alcançado com a rota cênica “Cycling Trhough Water” é decorrente do trabalho de longo prazo que vem sendo desenvolvido em Limburg para incorporar projetos turísticos inovadores e sustentáveis capazes de proporcionar uma experiência única para o usuário. Através desta e de outras experiências em curso, de ciclismo semelhantes, Limburg vem se destacando no cenário internacional como um destino cicloturísticos que alia inovação e respeito ao seu patrimônio ambiental e histórico-cultural.

Embora seja possível constatar a diferença entre os níveis de desenvolvimento do cicloturismo entre Europa e Brasil, os desafios a serem enfrentados são precisamente os mesmos. Entre eles, podem ser destacadas as necessidades de parcerias público-privadas, a estruturação de uma agenda de governança estratégica que integre as Políticas Públicas de Transporte e Turismo para viabilizar a criação e manutenção de infraestruturas cicloinclusivas, a promoção dos destinos turísticos e a captação de recursos para o financiar todo o processo.

Se você é um entusiasta do turismo de bicicleta e compartilha conosco da certeza sobre o potencial que o Brasil oferece para essa atividade, convidamos você a se juntar a nós. A cada dois anos será promovido um encontro para o desenvolvimento do cicloturismo em uma macrorregião diferente do Brasil para seguirmos avançando. Sem dúvida que existe um caminho viável para desenvolvermos o nosso “Brasil Velo”, aliás o trabalho já começou. Se você estiver interessado em participar, está mais que convidado para o III Encontro para o Desenvolvimento do Cicloturismo, que acontecerá em Blumenau em 2020. Fique ligado!

Em busca de Culturas de Bicicletas de Carga: Rio e Além

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Sue Knaup da organização americana One Street, esteve no Rio para o Bicicultura e Velo-city 2018, se surpreendeu com as bicicletas cargueiras que encontrou por aqui e publicou o post traduzido abaixo em seu blog Defying Poverty With Bicycles. Autorizados pela autora e com muita honra, reporduzimos o texto aqui.

“Quando voei para o Rio de Janeiro em junho para participar da conferência Velo-city, fiquei ansiosa para me reconectar com meus colegas da promoção ao uso de bicicletas de todo o mundo. O que eu não esperava era a descoberta de uma cultura de bicicletas tão profunda e orgulhosa quanto os ciclistas de carga do Rio de Janeiro.

Nos meus primeiros passos em uma rua do Rio, encontrei uma bicicleta de carga. Estava coberta de engenhocas para os turistas, mas meu olhar pousou nas molas sob a caixa de carga dianteira, que parecia com a mola de um carro. Não muito longe, em uma praça aberta e sem carros, vi outra bicicleta de carga. Essa tinha molas em folhas, também de carro.

Enquanto caminhava pela praça, verifiquei as armações e acessórios de cada bicicleta de carga que encontrei. Desde as molas até as gancheiras, passando pelas caixas de carga, cada um desses triciclos era único, construído ou, pelo menos, consertado localmente! E cada um dos ciclistas sentava-se orgulhoso em seus selins. Na minha primeira hora no Rio, encontrei uma extraordinária cultura de bicicleta.

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Desde que retornei ao Arizona, tentei encontrar qualquer coisa por escrito ou por vídeo sobre a cultura de bicicleta de carga do Rio. Os defensores prestativos da Transporte Ativo me enviaram alguns documentos como este que demonstram os benefícios das bicicletas de carga de sua cidade. Você também pode encontrar alguns desses números postados no site Velo-city Rio. Pesquisas e documentos como esses são extremamente importantes para influenciar políticas públicas que permitam que as bicicletas de carga funcionem bem em uma cidade. Esses estudos claramente ajudaram a aumentar as bicicletas de carga na Europa. Encontre muitos destes estudos aqui.

O que eu não consigo encontrar é qualquer coisa a partir das perspectivas dos construtores e ciclistas de cargueiras do Rio. Existe uma cultura silenciosa para construir, cuidar e dirigir esses veículos. Com esse tipo de cuidado, segue o desejo de fazer parte desta cultura, incluindo pedalar e incorporar a bicicleta aos negócios locais. Esse é um sistema que nenhuma política ou financiamento governamental pode causar.

Minha experiência pessoal com tal cultura foi como mensageira de bicicleta em San Francisco nos anos 80. É onde a entrega de bicicleta nasceu nos EUA. E os anos 80 foram o auge dos mensageiros de bicicleta, logo antes da máquina de fax e, em seguida, os computadores pessoais. Eu fui Bike Messenger na crista da onda e serei eternamente grata.

No mês passado, enquanto andava e pedalava em meio às bicicletas de carga do Rio de Janeiro, foi meu primeiro encontro desse nível de cultura de bicicletas desde os meus dias de Bike Messenger. Eu sei que existem outros grupos orgulhosos de ciclistas e fabricantes ao redor do mundo também. Talvez os ciclistas de carga da Europa sejam assim, embora suas bicicletas e megaempresas extravagantes causem um pouco de dúvida. Eu suspeito que Cuba poderia ser outro enclave, depois de descobrir esta história, que eu postei há alguns anos atrás.

Pedicabs e ciclo-riquixás parecem criar suas próprias culturas orgulhosas em algumas partes do mundo. Um exemplo é o Rickshaw Bank na Índia. Este vídeo dá uma boa visão geral. Espero que o Rickshaw Bank esteja inspirando empresas sociais semelhantes em outras partes do mundo.

Pense em suas próprias experiências com trabalhadores ciclistas. Você já recebeu um pacote entregue por alguém que foi de bicicleta? Você viu os carteiros entregando correspondências em bicicletas? Você assistiu da janela de um avião enquanto os trabalhadores do aeroporto pedalavam com bicicletas pesadas sob as asas e através de um oceano de asfalto? Você já encontrou micro-empresários em calçadas vendendo mercadorias ou pedalando máquinas de bicicleta que afiam facas, moem milho ou misturam bebidas?

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A Cultura de ciclistas trabalhadores são muito valiosas para mim porque eu fazia parte de uma. Mas deveriam ser valiosas para todos nós, porque são os sistemas de apoio que permitem que esses ciclistas e fabricantes prosperem, mesmo em lugares onde o transporte motorizado ainda domina. Eles estão mudando silenciosamente o transporte de caminhões barulhentos, poluentes e perigosos para veículos silenciosos cheios de pessoas que se orgulham de suas ocupações autopropulsadas.

Silêncio é um termo infeliz aqui. Não consigo encontrar nada sobre os fabricantes ou ciclistas das bicicletas de carga do Rio. Por falar nisso, além de alguns livros e filmes sobre mensageiros de bicicleta e algumas entrevistas em vídeo com pilotos de riquixás no Rickshaw Bank, não encontrei quase nada do lado humano dos ciclistas em atividade.

Você conhece algum? Se sim, por favor envie-os para mim em sue{at}onestreet.org. Se eu puder reunir diversas informações, vou usá-las em um post complementar e, quem sabe, talvez algo ainda maior.”

Para ver o post original, clique aqui.
Mais sobre bicicletas de carga e logística em bicicletas no Rio, clicando aqui.

Bike Rio, 4ª Geração já está nas ruas

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Há quase dez anos era lançado o primeiro sistema de bicicletas compartilhadas do Hemisfério Sul. O Pedala Rio foi a 1ª geração das bicicletas compartilhadas do Rio de Janeiro. Na inauguração, em dezembro de 2008, eram apenas dezenove estações cinza, com 190 bicicletas prateadas distribuídas por poucos bairros da Zona Sul Carioca. Na época publicamos o post Pedalemos no ritmo de Samba.

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Após um período sem conseguir patrocínio para manter o sistema, ele foi se deteriorando. Quando surgiu um possível patrocinador a frota de bicicletas chegou a ser pintada de azul. Era a 2ª Geração, no início de 2010, quando fizemos esta postagem: E o Samba voltou. Mas a parceria não seguiu adiante e as bicicletas logo sumiram das ruas.

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No final de 2011, com patrocínio do Banco Itaú, nascia o Bike Rio, 3ª Geração das bicicletas compartilhadas cariocas, que passaram a ser conhecidas como Laranjinhas (A ordem é Samba). Inicialmente o sistema cresceu para 60 estações, mas foi entre 2013 e 2015 que houve uma grande expansão, com a instalação de 200 novas estações. Isso ampliou o número de bairros atendidos e aumentou a densidade do sistema, diminuindo a distância entre algumas estações.

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Em 2015, o sistema atingiu seu auge com uma média de 8 mil viagens por dia ou 240 mil por mês. Os números eram impressionantes:
– Mulheres eram 48% dos usuários;
– Distância média percorrida em cada viagem era de 3,3Km;
– Tempo médio de viagem: 44 minutos.
Com picos nos dias de semana e no mês de agosto, esses dados consolidaram o Bike Rio como um meio de transporte significativo no cotidiano carioca.

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Mas o sucesso do sistema o derrubou. Com uma demanda maior que a capacidade de oferta, dificuldades para fazer a manutenção das bicicletas e lidar com problemas físicos e tecnológicos o Bike Rio foi entrando em colapso. Até que em junho de 2017 houve a troca na concessionária operadora do sistema, saía a Serttel e entrava a TemBici, com a missão de fazer funcionar algo que já estava “quebrado”. O desafio foi grande, houve uma breve melhora, mas o foco da empresa já estava nas novas bicicletas e estações que estavam por vir.

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E agora elas já estão nas ruas do Rio! O novo sistema é o canadense Public Bike System Company (PBSC), um dos mais confiáveis e utilizados do mundo presente em 24 cidades, como Londres, Nova Iorque, Chicago, Washington, Melbourne, Guadalajara e Toronto. Agora no Brasil em parceria com o Banco Itaú, a TemBici opera as bicicletas no Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. O sistema é mais robusto, com uma bicicleta pensada para essa função, que oferece mais segurança e prazer na pedalada. Além disso, permite uma variedade maior de formas para se retirar a bicicleta e adquirir os passes.

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A 4ª Geração do Bike Rio foi lançada no dia 20 de fevereiro de 2018 e já começou movimentada. Apesar de inaugurada sem a cerimônia, a pompa e o alarde de outras cidades, logo no primeiro dia já teve mais de 900 viagens e mais de dois mil cadastros. No segundo dia, por volta das 21 horas o número de viagens já era o dobro em relação ao dia anterior, chegando perto de duas mil viagens. O carioca já abraçou o Bike Rio, viu, aprovou e está usando. Em breve aqueles números de 2015 serão coisa do passado e as bicicletas públicas mais do que nunca farão parte do cotidiano, da cultura e do visual da cidade.

Assista a seguir um pouquinho do que vimos ontem à noite, em alguns minutos na Orla de Copacabana.

Para saber mais sobre o novo Bike Rio, acesse o site do sistema clicando aqui.

4Gen_BR_A Transporte Ativo vem acompanhando de perto o desenvolvimento das Bicicletas Compartilhadas Cariocas, em todos os seus momentos, bons ou ruins, sempre em busca de um sistema que atenda aos cariocas com a qualidade que eles merecem.

Bicicultura 2018

bicicultVem aí o Bicicultura 2018 no Rio, coladinho no Velo-city, no Encontro Latino Americano de Bicicletas Compartilhadas e no 100 gurias 100 medo! Serão uma série de atividades envolvendo as bicicletas, tomando a cidade por 10 dias. Tudo está caminhando bem, o tema que direcionará a montagem do programa ja foi escolhido em votação nacional “O uso da bicicleta e seu impacto na vida cotidiana”, os locais e logomarca já estão sendo definidos e a abertura da chamada de trabalhos, atividades e apoio já estão abertas. Estamos negociando apoio financeiro e já existem uma série de parceiros locais prontos pra ação. Participe você também, de mais essa edição da maior festa brasileira da promoção do uso urbano das bicicletas.